terça-feira, 7 de abril de 2009

minha casa minha vida cartilha da caixa economica federal


MINHA CASA
MINHA VIDA
MORADIA PARA AS FAMÍLIAS
RENDA PARA OS TRABALHADORES
DESENVOLVIMENTO PARA O BRASIL
CONSTRUIR UM MILHÃO DE CASAS
A META É AMBICIOSA: CONSTRUIR UM MILHÃO DE
HABITAÇÕES, PRIORIZANDO FAMÍLIAS COM RENDA
DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS, MAS QUE TAMBÉM
ABRANGE FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 10 SALÁRIOS
MÍNIMOS. ISTO SÓ SERÁ POSSÍVEL COM UMA AMPLA
PARCERIA ENTRE UNIÃO, ESTADOS, MUNICÍPIOS,
EMPREENDEDORES E MOVIMENTOS SOCIAIS. TRATASE
DE UM ESFORÇO INÉDITO EM NOSSO PAÍS, MAS
NECESSÁRIO E VIÁVEL. NAS PÁGINAS SEGUINTES,
A CAIXA REUNIU AS INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA
OS BENEFICIÁRIOS E TODOS OS PARCEIROS.
4
S U M Á R I O
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS ...................................... 03
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
ACIMA DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS .................... 11
ANÁLISE DO EMPREENDIMENTO ................................... 17
OPERAÇÕES COLETIVAS URBANAS E RURAIS
EM PARCERIA COM ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS .......... 29
CRÉDITO CORPORATIVO PARA INFRAESTRUTURA .................. 35
HABITAÇÃO PARA
FAMÍLIAS COM RENDA DE
ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
4
AS FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS SERÃO BENEFICIADAS COM
AUMENTO SUBSTANCIAL DO SUBSÍDIO PARA HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL.
CARACTERÍSTICAS
OBJETIVO
AQUISIÇÃO DE EMPREENDIMENTOS NA PLANTA, PARA FAMÍLIAS COM RENDA BRUTA DE ATÉ 3 SALÁRIOS
MÍNIMOS, PELO FUNDO DO PROGRAMA HABITACIONAL.
ABRANGÊNCIA
CAPITAIS E RESPECTIVAS REGIÕES METROPOLITANAS, MUNICÍPIOS COM MAIS DE 100 MIL HABITANTES,
PODENDO CONTEMPLAR EM CONDIÇÕES ESPECIAIS MUNICÍPIOS ENTRE 50 E 100 MIL HABITANTES, DE
ACORDO COM O SEU DÉFICIT HABITACIONAL.
COMO FUNCIONA
• UNIÃO ALOCA RECURSOS POR ÁREA DO TERRITÓRIO NACIONAL E SOLICITA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS.
• ESTADOS E MUNICÍPIOS REALIZAM CADASTRAMENTO DA DEMANDA E APÓS TRIAGEM INDICAM
FAMÍLIAS PARA SELEÇÃO, UTILIZANDO AS INFORMAÇÕES DO CADASTRO ÚNICO.
• CONSTRUTORAS APRESENTAM PROJETOS ÀS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DA CAIXA, PODENDO
FAZÊ-LOS EM PARCERIA COM ESTADOS, MUNICÍPIOS, COOPERATIVAS, MOVIMENTOS SOCIAIS OU
INDEPENDENTEMENTE.
• APÓS ANÁLISE SIMPLIFICADA, A CAIXA CONTRATA A OPERAÇÃO, ACOMPANHA A EXECUÇÃO
DA OBRA PELA CONSTRUTORA, LIBERA RECURSOS CONFORME CRONOGRAMA E, CONCLUÍDO O
EMPREENDIMENTO, REALIZA A SUA COMERCIALIZAÇÃO.
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CRITÉRIOS PARA PRIORIZAÇÃO
DE PROJETOS
• ESTADOS E MUNICÍPIOS QUE OFERECEREM:
– MAIOR CONTRAPARTIDA FINANCEIRA.
– INFRAESTRUTURA PARA O EMPREENDIMENTO.
– TERRENO.
– DESONERAÇÃO FISCAL DE ICMS, ITCD, ITBI E ISS.
• MENOR VALOR DE AQUISIÇÃO DAS UNIDADES HABITACIONAIS.
• EXISTÊNCIA PRÉVIA DE INFRAESTRUTURA.
• ATENDIMENTO A REGIÕES QUE RECEBAM IMPACTO DE GRANDES EMPREENDIMENTOS DE
INFRAESTRUTURA, TAIS COMO: USINAS, HIDRELÉTRICAS, PORTOS ETC.
• ATENDIMENTO ÀS ÁREAS ATINGIDAS POR CATÁSTROFES DEFINIDAS PELA DEFESA CIVIL.
ESTIMATIVA DE 400 MIL UNIDADES.
CONDIÇÕES PARA CONTRATAÇÃO
• AQUISIÇÃO DE EMPREENDIMENTOS NA PLANTA COM ESPECIFICAÇÕES E CUSTOS DEFINIDOS.
• EMPRESA COM ANÁLISE DE RISCO APROVADA PELA CAIXA, REALIZADA A MENOS DE 12 MESES.
• PAGAMENTO À VISTA DO TERRENO AO EMPREENDEDOR.
• LIBERAÇÃO DE RECURSOS MEDIANTE EXECUÇÃO DAS ETAPAS DA OBRA.
• POSSIBILIDADE DE ANTECIPAÇÃO DO RECURSO EQUIVALENTE À PRIMEIRA PARCELA, MEDIANTE
APRESENTAÇÃO DE GARANTIAS BANCÁRIAS OU REAIS.
• CONCLUÍDO O EMPREENDIMENTO, AS UNIDADES HABITACIONAIS SÃO ALIENADAS AOS
BENEFICIÁRIOS FINAIS.
• SEM SEGURO DE TÉRMINO DE OBRA.
• EXIGÊNCIA DE CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE RISCO DE ENGENHARIA.
• DESONERAÇÃO DO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO – RET PELO GOVERNO FEDERAL E DOS
IMPOSTOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS, A CRITÉRIO DOS MUNICÍPIOS E ESTADOS.
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
6
ESPECIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
CASAS TÉRREAS OU PRÉDIOS DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS, ESPECIFICAÇÕES E CUSTOS PRÉDEFINIDOS.
COM LIMITES DE ATÉ 500 UNIDADES POR MÓDULO, OU CONDOMÍNIOS SEGMENTADOS EM
250 UNIDADES. NÃO INCIDEM CUSTOS DE COMERCIALIZAÇÃO E INCORPORAÇÃO.
ESPECIFICAÇÃO PADRONIZADA
• TIPOLOGIA 1 – CASA TÉRREA – 35 M2.
• TIPOLOGIA 2 – APARTAMENTO – 42 M2.
ESPECIFICAÇÃO DA TIPOLOGIA 1 (CASA TÉRREA COM 35 M2)
• COMPARTIMENTOS: SALA, COZINHA, BANHEIRO, 2 DORMITÓRIOS, ÁREA EXTERNA COM TANQUE.
• ÁREA DA UNIDADE: 35 M2.
• ÁREA INTERNA: 32 M2.
• PISO: CERÂMICO NA COZINHA E BANHEIRO, CIMENTADO NO RESTANTE.
• REVESTIMENTO DE ALVENARIAS: AZULEJO 1,50M NAS PAREDES HIDRÁULICAS E BOX. REBOCO
INTERNO E EXTERNO COM PINTURA PVA NO RESTANTE.
• FORRO: LAJE DE CONCRETO OU FORRO DE MADEIRA OU PVC.
• COBERTURA: TELHA CERÂMICA.
• ESQUADRIAS: JANELAS DE FERRO OU ALUMÍNIO E PORTAS DE MADEIRA.
• DIMENSÕES DOS COMPARTIMENTOS: COMPATÍVEL COM MOBILIÁRIO MÍNIMO.
• PÉ-DIREITO: 2,20M NA COZINHA E BANHEIRO, 2,50M NO RESTANTE.
• INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: NÚMERO DE PONTOS DEFINIDO, MEDIÇÃO INDEPENDENTE.
• INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: NÚMERO DE PONTOS DEFINIDO, ESPECIFICAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS.
• AQUECIMENTO SOLAR/TÉRMICO: INSTALAÇÃO DE KIT COMPLETO.
• PASSEIO: 0,50M NO PERÍMETRO DA CONSTRUÇÃO.
EXEMPLO DA TIPOLOGIA 1 – CASA TÉRREA
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ESPECIFICAÇÃO DA TIPOLOGIA 2 (APARTAMENTO COM 42 M2)
• COMPARTIMENTOS: SALA, COZINHA, ÁREA DE SERVIÇO, BANHEIRO, 2 DORMITÓRIOS.
• PRÉDIO: 4 PAVIMENTOS, 16 APARTAMENTOS POR BLOCO – OPÇÃO: ATÉ 5 PAVIMENTOS E
20 APARTAMENTOS.
• ÁREA DA UNIDADE: 42M2.
• ÁREA INTERNA: 37 M².
• PISO: CERÂMICO NA COZINHA E BANHEIRO, CIMENTADO NO RESTANTE.
• REVESTIMENTO DE ALVENARIAS: AZULEJO 1,50M NAS PAREDES HIDRÁULICAS E BOX. REBOCO
INTERNO E EXTERNO COM PINTURA PVA NO RESTANTE.
• FORRO: LAJE DE CONCRETO.
• COBERTURA: TELHA FIBROCIMENTO.
• ESQUADRIAS: JANELAS DE FERRO OU ALUMÍNIO E PORTAS DE MADEIRA.
• DIMENSÕES DOS COMPARTIMENTOS: COMPATÍVEL COM MOBILIÁRIO MÍNIMO.
• PÉ-DIREITO: 2,20M NA COZINHA E BANHEIRO, 2,40M NO RESTANTE.
• INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: NÚMERO DE PONTOS DEFINIDO, MEDIÇÃO INDEPENDENTE.
• INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: NÚMERO DE PONTOS DEFINIDO, ESPECIFICAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS.
• AQUECIMENTO SOLAR/TÉRMICO: INSTALAÇÃO DE KIT COMPLETO.
• PASSEIO: 0,50M NO PERÍMETRO DA CONSTRUÇÃO.
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
EXEMPLO DA TIPOLOGIA 2 – APARTAMENTO
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ACOMPANHAMENTO,
MEDIÇÃO E DESEMBOLSO
ACOMPANHAMENTO DA OBRA
• REALIZADO PELA CAIXA.
MEDIÇÃO MENSAL
• MEDIÇÃO COM DIA PRÉ-DETERMINADO, COM OBJETIVO DE AFERIR O CUMPRIMENTO DA ETAPA DA OBRA.
DESEMBOLSO:
• RECURSO DO FUNDO LIBERADO EM 48 HORAS APÓS SOLICITAÇÃO.
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CONDIÇÕES PARA
COMPRA DO IMÓVEL
PELO BENEFICIÁRIO
ANÁLISE
ENQUADRAMENTO POR RENDA FAMILIAR:
• DOCUMENTOS PESSOAIS.
• COMPROVAÇÃO DE RENDA (FORMAL OU INFORMAL)
SOMENTE PARA ENQUADRAMENTO NO PROGRAMA.
• VERIFICAÇÃO DO CADÚNICO – CADASTRO ÚNICO.
• VERIFICAÇÃO DO CADMUT – CADASTRO
NACIONAL DE MUTUÁRIO.
NÃO HÁ ANÁLISE DE RISCO DE CRÉDITO
CONDIÇÕES
• NÃO TER SIDO BENEFICIADO ANTERIORMENTE EM
PROGRAMAS DE HABITAÇÃO SOCIAL DO GOVERNO.
• NÃO POSSUIR CASA PRÓPRIA OU FINANCIAMENTO
EM QUALQUER UF.
• ESTAR ENQUADRADO NA FAIXA DE RENDA FAMILIAR
DO PROGRAMA.
• PAGAMENTO DE 10% DA RENDA DURANTE
10 ANOS, COM PRESTAÇÃO MÍNIMA DE R$
50,00, CORRIGIDA PELA TR E REGISTRO DO
IMÓVEL EM NOME DA MULHER.
• SEM ENTRADA E SEM PAGAMENTO DURANTE A
OBRA.
• SEM COBRANÇA DE SEGURO POR MORTE E
INVALIDEZ PERMANENTE – MIP E DANOS FÍSICOS
DO IMÓVEL – DFI.
OPERACIONALIZAÇÃO
• O BENEFICIÁRIO DIRIGE-SE À PREFEITURA, ESTADO
OU MOVIMENTO SOCIAL PARA CADASTRAR-SE.
• APÓS SELEÇÃO É CONVOCADO PARA
APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO PESSOAL
(NA CAIXA, CORRESPONDENTE IMOBILIÁRIO,
PREFEITURA OU OUTROS CREDENCIADOS).
• ASSINATURA DO CONTRATO OCORRE NA ENTREGA
DO EMPREENDIMENTO.
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
10
HABITAÇÃO PARA
FAMÍLIAS COM RENDA ACIMA
DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS
12
AS FAMÍLIAS COM RENDA ACIMA DE 3 E ATÉ 6 SALÁRIOS MÍNIMOS TERÃO AUMENTO
SUBSTANCIAL DO VALOR DO SUBSÍDIO NOS FINANCIAMENTOS COM RECURSOS DO FGTS.
AQUELAS COM RENDA ACIMA DE 6 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS CONTARÃO COM
REDUÇÃO DOS CUSTOS DE SEGURO E ACESSO AO FUNDO GARANTIDOR DA HABITAÇÃO.
CARACTERÍSTICAS
OBJETIVO
FINANCIAMENTO ÀS EMPRESAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO PARA PRODUÇÃO DE HABITAÇÃO POPULAR
VISANDO AO ATENDIMENTO DE FAMÍLIAS COM RENDA ACIMA DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS,
PRIORIZANDO A FAIXA ACIMA DE 3 E ATÉ 6 SALÁRIOS MÍNIMOS.
ABRANGÊNCIA
CAPITAIS E RESPECTIVAS REGIÕES METROPOLITANAS, MUNICÍPIOS COM MAIS DE 100 MIL HABITANTES,
PODENDO CONTEMPLAR EM CONDIÇÕES ESPECIAIS, MUNICÍPIOS ENTRE 50 E 100 MIL HABITANTES, DE
ACORDO COM O SEU DÉFICIT HABITACIONAL.
COMO FUNCIONA
• UNIÃO E FGTS ALOCAM RECURSOS POR ÁREA DO TERRITÓRIO NACIONAL, SUJEITOS A REVISÃO
PERIÓDICA.
• CONSTRUTORAS APRESENTAM PROJETOS DE EMPREENDIMENTOS ÀS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS
DA CAIXA.
• A CAIXA REALIZA PRÉ-ANÁLISE E AUTORIZA O LANÇAMENTO E COMERCIALIZAÇÃO.
• APÓS CONCLUSÃO DA ANÁLISE E COMPROVAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA, É
ASSINADO O CONTRATO DE FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO.
• DURANTE A OBRA A CAIXA FINANCIA O MUTUÁRIO PESSOA FÍSICA E O MONTANTE É ABATIDO DA
DÍVIDA DA CONSTRUTORA.
• OS RECURSOS SÃO LIBERADOS CONFORME CRONOGRAMA, APÓS VISTORIAS REALIZADAS PELA CAIXA.
• CONCLUÍDO O EMPREENDIMENTO, A CONSTRUTORA ENTREGA AS UNIDADES AOS MUTUÁRIOS.
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CONDIÇÕES PARA
CONTRATAÇÃO
DA OBRA
• FINANCIAMENTO DE ATÉ 100% DO
CUSTO DE CONSTRUÇÃO COM LIBERAÇÃO
ANTECIPADA DE ATÉ 10% DO CUSTO TOTAL
DE OBRAS OU VALOR DO TERRENO, AQUELE
QUE FOR MENOR.
• EMPRESA COM ANÁLISE DE RISCO VIGENTE
NA CAIXA.
• PARA ASSINATURA DO CONTRATO É
NECESSÁRIA A COMPROVAÇÃO DE 30 % DE
COMERCIALIZAÇÃO DAS UNIDADES OU 20%
DE UNIDADES FINANCIADAS PELA CAIXA
AOS ADQUIRENTES FINAIS OU, MEDIANTE
ANÁLISE DE VELOCIDADE DE VENDA, 15%
DE COMERCIALIZAÇÃO.
• A VENDA FEITA PELA EMPRESA COM
FINANCIAMENTO CONCEDIDO PELA CAIXA
AMORTIZARÁ O VALOR FINANCIADO AO
EMPREENDEDOR.
• LIBERAÇÃO DE RECURSOS CONFORME AS
ETAPAS DE EXECUÇÃO DA OBRA.
• TAXA DE JUROS DE 8,0% A.A. + TR.
• GARANTIAS:
– FIANÇA DOS SÓCIOS DA CONSTRUTORA
INCORPORADORA.
– HIPOTECA DAS UNIDADES HABITACIONAIS
(1,3 X VALOR DO FINANCIAMENTO PJ).
– PENHOR DOS DIREITOS CREDITÓRIOS, SE FOR
O CASO.
• PRAZO DE PAGAMENTO DE ATÉ 24 MESES,
APÓS A CONCLUSÃO DA OBRA.
• DURANTE A OBRA HAVERÁ APENAS
PAGAMENTO DE JUROS E ATUALIZAÇÃO
MONETÁRIA.
• EXIGÊNCIA DE CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE
TÉRMINO DE OBRA E RISCO DE ENGENHARIA.
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA ACIMA DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS
14
ESPECIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO
EMPREENDIMENTOS COM VALOR DE AVALIAÇÃO COMPATÍVEL COM A FAIXA DE RENDA PRIORITÁRIA (ACIMA
DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS) SEM ESPECIFICAÇÃO PADRÃO.
ESPECIFICAÇÃO PROPOSTA PELA EMPRESA
DE ACORDO COM AS NORMAS BRASILEIRAS, LEGISLAÇÃO MUNICIPAL E COM OS 30 PARÂMETROS MÍNIMOS
DE AVALIAÇÃO DA CAIXA. (VER ITEM ANÁLISE DE ENGENHARIA, PÁGINAS 26 E 27).
CADA MÓDULO COM LIMITE DE 500 UNIDADES.
ACOMPANHAMENTO
DA OBRA – MEDIÇÃO
ACOMPANHAMENTO DA OBRA
• REALIZADO PELA CAIXA.
MEDIÇÃO MENSAL
• MEDIÇÃO AGENDADA PELA EMPRESA COM
OBJETIVO DE AFERIR O CUMPRIMENTO DA ETAPA
DE OBRA.
• DESEMBOLSO: LIBERAÇÃO A PARTIR DA
CONSOLIDAÇÃO DAS FONTES DE RECURSOS EM
5 DIAS (RECEBÍVEIS, RECURSOS PRÓPRIOS,
FINANCIAMENTO).
• COBRANÇA DA TAO – TAXA DE ACOMPANHAMENTO
DE OBRA, NA RAZÃO DE 1,5% SOBRE O VALOR DA
PARCELA.
15
CONDIÇÕES PARA A COMPRA
DO IMÓVEL PELO BENEFICIÁRIO
DOCUMENTOS PARA ANÁLISE
• DOCUMENTOS PESSOAIS.
• FICHA CADASTRO HABITACIONAL.
• COMPROVAÇÃO DE RENDA (FORMAL OU INFORMAL):
– IRPF
– ANÁLISE CADASTRAL (SERASA / BACEN / SPC/ CADIN)
– CADMUT – CADASTRO NACIONAL DE MUTUÁRIO
• ANÁLISE DE RISCO / CAPACIDADE DE PAGAMENTO (REALIZADA NA AGÊNCIA, NA
ENTREGA DOS DOCUMENTOS).
CONDIÇÕES
• NÃO SER DETENTOR DE FINANCIAMENTO ATIVO NAS CONDIÇÕES DO SISTEMA
FINANCEIRO DA HABITAÇÃO – SFH, EM QUALQUER PARTE DO PAÍS.
• NÃO TER RECEBIDO A PARTIR DE 1º DE MAIO DE 2005, DESCONTO CONCEDIDO PELO
FGTS NA CONCESSÃO DE FINANCIAMENTO HABITACIONAL.
• NÃO SER PROPRIETÁRIO, CESSIONÁRIO OU PROMITENTE COMPRADOR DE OUTRO IMÓVEL
RESIDENCIAL URBANO OU RURAL, SITUADO NO ATUAL LOCAL DE DOMICÍLIO, NEM ONDE
PRETENDE FIXÁ-LO.
• NÃO SER TITULAR DE DIREITO DE AQUISIÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL URBANO OU RURAL,
SITUADO NO ATUAL LOCAL DE DOMICÍLIO, NEM ONDE PRETENDE FIXÁ-LO.
• TABELA PRICE OU SAC.
• JUROS NOMINAIS:
– RENDA DE 3 A 5 SALÁRIOS MÍNIMOS – 5% A.A. + TR.
– RENDA DE 5 A 6 SALÁRIOS MÍNIMOS – 6% A.A. + TR.
– RENDA DE 6 A 10 SALÁRIOS MÍNIMOS – 8,16% A.A + TR.
• PRAZO PARA PAGAMENTO: ATÉ 30 ANOS.
• FINANCIAMENTO: ATÉ 100%.
• ENTRADA OPCIONAL.
• PAGAMENTO MÍNIMO DURANTE A OBRA, EM FUNÇÃO DA RENDA.
• COBRANÇA DE SEGURO COM VALOR REDUZIDO.
• FUNDO GARANTIDOR – COBERTURA EM CASO DE PERDA DE CAPACIDADE DE
PAGAMENTO, PROPORCIONAL À RENDA FAMILIAR.
• SUBSÍDIO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 6 SALÁRIOS MÍNIMOS.
• VALOR DE AVALIAÇÃO LIMITADO AO TETO DO FGTS PARA A REGIÃO.
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA ACIMA DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS
OPERACIONALIZAÇÃO
A PARTIR DO LANÇAMENTO DO EMPREENDIMENTO, O BENEFICIÁRIO PROCURA A CONSTRUTORA PARA
AQUISIÇÃO DO IMÓVEL. TAMBÉM PODE PROCURAR AS AGÊNCIAS DA CAIXA E OBTER CARTA DE CRÉDITO
PARA AQUISIÇÃO DO IMÓVEL NOVO DENTRO DO MINHA CASA, MINHA VIDA.
FUNDO GARANTIDOR DA HABITAÇÃO
DURAÇÃO DA COBERTURA
• PERÍODO DE VIGÊNCIA DO CONTRATO.
NÚMERO DE PRESTAÇÕES GARANTIDAS
• 36 PRESTAÇÕES: RENDA DE 3 A 5 SALÁRIOS MÍNIMOS.
• 24 PRESTAÇÕES: RENDA DE 5 A 8 SALÁRIOS MÍNIMOS.
• 12 PRESTAÇÕES: RENDA DE 8 A 10 SALÁRIOS MÍNIMOS.
CONDIÇÕES PARA UTILIZAÇÃO
• IMÓVEIS DO MINHA CASA, MINHA VIDA
• CONTRIBUIÇÃO PARA O FUNDO – 0,5% DA PRESTAÇÃO.
• PAGAMENTO DE PELO MENOS 6 PRESTAÇÕES DO CONTRATO.
• PAGAMENTO DE 5% DA PRESTAÇÃO FINANCIADA (QUE SERÁ DEVOLVIDA COMO BÔNUS DE
ADIMPLÊNCIA QUANDO DO PAGAMENTO DO REFINANCIAMENTO).
• SOLICITAÇÃO FORMAL MEDIANTE COMPROVAÇÃO DE DESEMPREGO E/OU PERDA DE RENDA, A
CADA 6 PRESTAÇÕES REQUERIDAS.
ANÁLISE DO
EMPREENDIMENTO
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• PARA OPERAR COM A CAIXA, AS
EMPRESAS DEVEM TER ANÁLISE DE RISCO
VÁLIDA. TRATA-SE DE UMA AVALIAÇÃO DAS
SUAS CONDIÇÕES ECONÔMICO-FINANCEIRAS
E POSSUI VALIDADE DE 1 ANO.
• AS EMPRESAS QUE NÃO POSSUEM
ANÁLISE DE RISCO PODERÃO REALIZAR ESSE
PROCEDIMENTO CONCOMITANTEMENTE AO
TRÂMITE DO PROJETO, SEM PREJUÍZO DO
PRAZO TOTAL.
• APÓS A APRESENTAÇÃO DE PROJETOS, SÃO
REALIZADAS AS SEGUINTES ANÁLISES:
– RISCO DA OPERAÇÃO (VIABILIDADE DO
EMPREENDIMENTO).
– ENGENHARIA E TRABALHO SOCIAL.
– JURÍDICA (A EMPRESA PODE TER
UM DOSSIÊ JURÍDICO ÚNICO, VÁLIDO
PARA TODO O PAÍS, CABENDO NESSE
CASO APENAS A VERIFICAÇÃO DA
DOCUMENTAÇÃO DO EMPREENDIMENTO).
• AS ANÁLISES OCORREM SIMULTANEAMENTE
E APÓS A SUA CONCLUSÃO, O PROCESSO
É ENVIADO À ALÇADA COMPETENTE PARA
APROVAÇÃO, QUE PODE SER: A MATRIZ
OU SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS,
DEPENDENDO DO VALOR E NÍVEL DE RISCO.
• NO CASO DO PRODUTO DESTINADO A
FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS
MÍNIMOS, A ANÁLISE DE RISCO DA
OPERAÇÃO SE RESTRINGE AO IMPACTO NO
FLUXO DE CAIXA DA EMPRESA. A ANÁLISE
DE ENGENHARIA É SIMPLIFICADA, POIS O
PRODUTO POSSUI ESPECIFICAÇÃO PADRÃO.
• NO CASO DE ANÁLISE CONCOMITANTE COM
A TRAMITAÇÃO DO PROJETO NA PREFEITURA
E OUTROS ÓRGÃOS DE LICENCIAMENTO, A
CAIXA OFERECE A POSSIBILIDADE DE UMA
PRÉ-ANÁLISE MEDIANTE APRESENTAÇÃO DA
MATRÍCULA DO IMÓVEL E PROJETO BÁSICO
EM 10 DIAS.
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FLUXO OPERACIONAL COM DOAÇÃO
DE TERRA PELO ESTADO/MUNICÍPIO
CONSTRUTORA
COM ANÁLISE DE RISCO VÁLIDA APRESENTA
ANTEPROJETO E PLANILHA DE CUSTOS
SELEÇÃO POR CRITÉRIO
MELHOR PROPOSTA TÉCNICA E PREÇO
CAIXA
SELEÇÃO POR CRITÉRIO
MELHOR PROPOSTA TÉCNICA E PREÇO
SUPERINTENDÊNCIA
REGIONAL DA CAIXA
INFORMA À PREFEITURA E ENCAMINHA PARA
ANÁLISE DE RISCO, ENGENHARIA E JURÍDICA
COMITÊ REGIONAL
DA CAIXA
APROVA
CONTRATAÇÃO
(AGÊNCIA DA CAIXA)
ANÁLISE DE RISCO
PRAZO: 5 DIAS
ANÁLISE DE ENGENHARIA E TRABALHO SOCIAL
PRAZO: 15 DIAS
ANÁLISE JURÍDICA
PRAZO: 10 DIAS
MUNICÍPIO
1– DIVULGA E DISPONIBILIZA DOAÇÃO
DO TERRENO AO PROGRAMA
2 – APÓS SELEÇÃO DA EMPRESA DOA AO FAR
– FUNDO DE ARRENDAMENTO RESIDENCIAL
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
PRAZO DE ANÁLISE: ATÉ 30 DIAS APÓS SELEÇÃO
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FLUXO OPERACIONAL PARA CONSTRUTORAS
CONSTRUTORA
COM ANÁLISE DE RISCO VÁLIDA
APRESENTA PROJETO NA CAIXA
SUPERINTENDÊNCIA
REGIONAL DA CAIXA
ENCAMINHA PARA ANÁLISE DE
RISCO, ENGENHARIA E JURÍDICA
ANÁLISE DE RISCO
PRAZO: 5 DIAS
ANÁLISE DE ENGENHARIA E TRABALHO SOCIAL
PRAZO: 15 DIAS
ANÁLISE JURÍDICA
PRAZO: 10 DIAS
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
PRAZO DE ANÁLISE: ATÉ 30 DIAS
COMITÊ REGIONAL
DA CAIXA
APROVA
CONTRATAÇÃO
(AGÊNCIA DA CAIXA)
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FLUXO OPERACIONAL PARA CONSTRUTORAS
HABITAÇÃO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE 3 A 10 SALÁRIOS MÍNIMOS CONSTRUTORA
COM ANÁLISE DE RISCO VÁLIDA
APRESENTA PROJETO NA CAIXA
SUPERINTENDÊNCIA
REGIONAL DA CAIXA
ENCAMINHA PARA ANÁLISE DE
RISCO, ENGENHARIA E JURÍDICA
COMITÊ REGIONAL
DA CAIXA
1 – APROVA OU
2 – ENCAMINHA ALÇADA À MATRIZ DA CAIXA
EM FUNÇÃO DO VALOR DA OPERAÇÃO
CONTRATAÇÃO
(AGÊNCIA DA CAIXA)
ALÇADA DECISÓRIA
MATRIZ DA CAIXA
ANÁLISE DE RISCO
PRAZO: 5 DIAS
ANÁLISE DE ENGENHARIA E TRABALHO SOCIAL
PRAZO: 15 DIAS
ANÁLISE JURÍDICA
PRAZO: 10 DIAS
OPCIONAL
ANÁLISE PRÉVIA
DE ENGENHARIA.
PRAZO: 10 DIAS
LIBERAÇÃO
PARA COMÉRCIO
1
2
PRAZO: 30 DIAS – APROVADO COMITÊ REGIONAL
45 DIAS – ALÇADA MATRIZ DA CAIXA
ATÉ 30 DIAS
ATÉ 45 DIAS
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ANÁLISE DE ENGENHARIA
VERIFICA O ENQUADRAMENTO DO PROJETO NAS REGRAS DO PROGRAMA PARA GARANTIR A EFETIVIDADE
DA OPERAÇÃO, CONSISTINDO EM:
• VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DO PROJETO ARQUITETÔNICO REFERENTE À FUNCIONALIDADE E
SEGURANÇA (ACESSIBILIDADE, COMPARTIMENTAÇÃO, ILUMINAÇÃO, VENTILAÇÃO).
• AVALIAÇÃO DO VALOR DE MERCADO DAS UNIDADES HABITACIONAIS PARA ENQUADRAMENTO NO
PROGRAMA E GARANTIA DO FINANCIAMENTO, QUANDO FOR O CASO.
• VERIFICAÇÃO DO ORÇAMENTO DA OBRA, COM FOCO NOS QUANTITATIVOS DE SERVIÇOS E PREÇOS
UNITÁRIOS, TENDO COMO REFERÊNCIA PROJETOS BÁSICOS EXISTENTES E OS ÍNDICES DE CUSTOS DO
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL – SINAPI.
• ANÁLISE DO CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO, OBSERVANDO A SUA VIABILIDADE E A COERÊNCIA
ENTRE A EXECUÇÃO DA OBRA E O DESEMBOLSO FINANCEIRO PROGRAMADO.
O TRABALHO REALIZADO NESSA FASE REDUZ A OCORRÊNCIA DE PROBLEMAS E INCONSISTÊNCIAS DE
PLANEJAMENTO, CONFERE SEGURANÇA À OPERAÇÃO E CONTRIBUI PARA A EFETIVIDADE DA APLICAÇÃO
DO RECURSO.
A ANÁLISE DE CUSTOS EVITA A CONTRATAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS COM PREÇOS INEXEQUÍVEIS E
TAMBÉM ELIMINA A PRÁTICA DE SOBREPREÇO.
DOCUMENTAÇÃO
PRODUTO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
• FICHA RESUMO E PROJETO ARQUITETÔNICO.
• PROJETO DO TRABALHO SOCIAL, QUANDO
COUBER.
• MATRÍCULA DO TERRENO.
• PLANILHA DE ORÇAMENTO E CRONOGRAMA.
• LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO E
IMPLANTAÇÃO.
• VIABILIDADE DE ÁGUA, ESGOTO E ENERGIA.
• LICENÇA AMBIENTAL, QUANDO NECESSÁRIO.
• QUADRO DE ÁREAS.
• TAXA DE ANÁLISE.
DISPENSADO:
• MEMORIAL DESCRITIVO.
DISPENSADO NA ETAPA DE ANÁLISE:
• PROJETOS COMPLEMENTARES (INSTALAÇÕES)
SERÃO NECESSÁRIOS APENAS PARA A
CONTRATAÇÃO.
PRODUTO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS
• FICHA RESUMO E PROJETO ARQUITETÔNICO.
• PROJETO DO TRABALHO SOCIAL, QUANDO
COUBER.
• RESUMO DA ESPECIFICAÇÃO MÍNIMA.
• PLANILHA DE ORÇAMENTO E CRONOGRAMA.
• LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO E
IMPLANTAÇÃO.
• VIABILIDADE DE ÁGUA, ESGOTO E ENERGIA.
• LICENÇA AMBIENTAL, QUANDO NECESSÁRIO.
• QUADRO DE ÁREAS.
• TAXA DE ANÁLISE.
• MEMORIAL DESCRITIVO.
DISPENSADOS NA ETAPA DE ANÁLISE:
• PROJETOS COMPLEMENTARES (INSTALAÇÕES)
E REGISTRO DE INCORPORAÇÃO SERÃO
NECESSÁRIOS APENAS PARA A CONTRATAÇÃO.
23
CUSTO DAS UNIDADES
PRODUTO PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
TIPOLOGIAS ESCOLHIDAS: CASA TÉRREA E APARTAMENTO.
EXISTEM PROJETOS PADRÃO COM CUSTOS DEFINIDOS E AFERIDOS PELO SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA
DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL – SINAPI PARA TODAS AS CAPITAIS DO PAÍS.
A PROJEÇÃO DE CUSTOS DAS HABITAÇÕES FOI ELABORADA COM OS SEGUINTES PARÂMETROS:
• CUSTO DA EDIFICAÇÃO.
• INFRAESTRUTURA.
• EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS.
• TERRENO.
• BENEFÍCIOS E DESPESAS INDIRETAS – BDI SOBRE O CUSTO DA CONSTRUÇÃO.
• IMPOSTOS.
• DESPESAS DE TABELIONATO E REGISTRO DE IMÓVEIS.
• TRABALHO TÉCNICO SOCIAL.
• SEGURO DO TÉRMINO DE OBRA E RISCO DE ENGENHARIA.
AVALIAÇÃO DOS IMÓVEIS
• A AVALIAÇÃO É NECESSÁRIA PARA ENQUADRAMENTO NOS PROGRAMAS HABITACIONAIS,
VERIFICAÇÃO DA GARANTIA E VALOR DE VENDA NOS CASOS DE FINANCIAMENTO.
• SÃO AVALIADOS: O TERRENO DO EMPREENDIMENTO, A UNIDADE HABITACIONAL E AS OUTRAS
GARANTIAS IMOBILIÁRIAS, QUANDO FOR O CASO.
• O VALOR DE MERCADO DOS IMÓVEIS É OBTIDO CONFORME PROCEDIMENTOS DA NORMA BRASILEIRA
NBR 14.653.
26
PORTE DO EMPREENDIMENTO
1 NÚMERO DE UNIDADES DO
EMPREENDIMENTO: MÓDULOS DE
ATÉ 500 UNIDADES; CONDOMÍNIOS
FRACIONADOS EM ATÉ 250 UNIDADES.
TERRENO E LOCALIZAÇÃO
2 OCORRÊNCIA DE SOLO CONTAMINADO:
SOLUÇÃO DE RECUPERAÇÃO DEVE ESTAR
APROVADA PELO ÓRGÃO AMBIENTAL.
3 OCORRÊNCIA DE ÁREA DE PROTEÇÃO
PERMANENTE (AMBIENTAL) OU DE
PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO:
DEVE HAVER LICENÇA PARA A
INTERVENÇÃO.
4 OCORRÊNCIA DE ÁREA COM RISCO DE
EROSÃO, RECALQUE POR ADENSAMENTO
DE SOLO OU DESMORONAMENTO: DEVE
SER APRESENTADA SOLUÇÃO TÉCNICA.
5 OCORRÊNCIA DE TERRENO ALAGADIÇO,
SUJEITO A INUNDAÇÃO OU VARIAÇÃO
DE MARÉS: DEVE SER APRESENTADA
SOLUÇÃO TÉCNICA CONSIDERANDO
PERÍODO DE RECORRÊNCIA SUPERIOR A
50 ANOS.
6 SERVIÇOS PÚBLICOS: DEVEM ESTAR
DISPONÍVEIS TRANSPORTE, ILUMINAÇÃO,
COLETA DE LIXO.
7 DEVEM ESTAR CONTEMPLADOS:
ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA,
SOLUÇÃO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E
DRENAGEM PLUVIAL.
COTA DE IMPLANTAÇÃO
8 IMPLANTAÇÃO DA EDIFICAÇÃO: DEVE
ESTAR EM COTA FAVORÁVEL EM RELAÇÃO
AO LOGRADOURO E ÀS REDES DE
DRENAGEM E ESGOTO SANITÁRIO.
9 SOLEIRA DE ENTRADA DA EDIFICAÇÃO:
DEVE ESTAR EM COTA SUPERIOR AO
TERRENO.
10 DEVE EXISTIR SOLUÇÃO DE DRENAGEM
NO FUNDO DE LOTES EM DECLIVE.
PARÂMETROS
VERIFICADOS
PELA CAIXA
A APROVAÇÃO DO PROJETO NA PREFEITURA E
O LICENCIAMENTO AMBIENTAL SÃO ELEMENTOS
REFERENCIAIS NA ANÁLISE DE ENGENHARIA
DA CAIXA. COMO NÃO HÁ UM PADRÃO
DE EXIGÊNCIA POR PARTE DOS ESTADOS
E MUNICÍPIOS, A CAIXA TRABALHA COM
UMA RELAÇÃO DE 30 ITENS DE PROJETO
E LOCALIZAÇÃO, QUE SÃO CONSIDERADOS
FUNDAMENTAIS PARA A APROVAÇÃO DO
EMPREENDIMENTO.
25
TALUDES, DESNÍVEIS E CONTENÇÕES
11 DEVE HAVER CONTENÇÃO DE ATERRO
PARA PROTEÇÃO DE TERRENO CONTÍGUO.
12 DEVE HAVER CONTENÇÃO DE TERRENO
CONTÍGUO EM COTA SUPERIOR AO
EMPREENDIMENTO.
13 OCORRÊNCIA DE TALUDE SUPERIOR
A 1,00M: PREVER CONTENÇÃO OU
PROTEÇÃO VEGETAL, QUANDO A SITUAÇÃO
PERMITIR.
14 OCORRÊNCIA DE TALUDE COM
INCLINAÇÃO MAIOR QUE 45º PARA
ATERRO E 60º PARA CORTE: DEVE SER
APRESENTADA COMPROVAÇÃO DE
ESTABILIDADE.
15 OCORRÊNCIA DE TALUDE COM DESNÍVEL
MAIOR QUE 3,00M: DEVE SER
APRESENTADA SOLUÇÃO TÉCNICA COM
BERMAS, CANALETAS PARA DRENAGEM E
DEMAIS ESTRUTURAS DE ESTABILIZAÇÃO.
16 PROXIMIDADE DE TALUDE: OBSERVAR
DISTÂNCIA DA EDIFICAÇÃO AO PÉ OU
CRISTA DO TALUDE MAIOR QUE 1,50M
OU MENOR QUE A ALTURA DO DESNÍVEL
EXISTENTE.
17 DESNÍVEIS SUPERIORES A 1,50M
PRÓXIMOS A CIRCULAÇÕES: PREVER
GUARDA-CORPO.
PÉ-DIREITO
18 OBSERVAR PÉ-DIREITO SUPERIOR A
2,20M PARA BANHEIROS, COZINHAS
E CIRCULAÇÕES COM FORRO REBAIXADO
E GARAGENS, 2,40M PARA DEMAIS
AMBIENTES.
ACESSIBILIDADE
19 OBSERVAR LARGURA MÍNIMA DE 0,80M
PARA PORTAS EXTERNAS DAS UNIDADES.
20 OBSERVAR REGRAS DE ACESSIBILIDADE
PARA ÁREAS DE USO COMUM, UNIDADES
HABITACIONAIS E GARAGENS.
PRIVACIDADE
21 PREVER FORRO NOS BANHEIROS.
22 EXECUTAR PROLONGAMENTO DA PAREDE
DIVISÓRIA EM UNIDADES GEMINADAS
ATÉ O ENCONTRO COM O TELHADO,
QUANDO NÃO EXISTIR LAJE/FORRO EM
TODA A UNIDADE.
IMPERMEABILIDADE
23 PREVER IMPERMEABILIZAÇÃO ENTRE AS
FUNDAÇÕES E AS ALVENARIAS, EVITANDO
CONTATO DIRETO DA EDIFICAÇÃO COM O
SOLO.
COBERTURA
24 A COBERTURA DEVE CONTAR COM
TELHADO OU LAJE IMPERMEABILIZADA
COM MANTA.
SUSTENTABILIDADE
25 É OBRIGATÓRIA A UTILIZAÇÃO DE
MADEIRA CERTIFICADA OU PROVENIENTE
DE FLORESTA COM MANEJO CONTROLADO
PARA EMPREENDIMENTOS.
ESTACIONAMENTO
26 DECLIVIDADE EM ÁREAS DE
ESTACIONAMENTO: DEVE SER INFERIOR A 8%.
27 PREVER VIAS E ACESSOS INTERNOS
PAVIMENTADOS PARA VEÍCULOS E
PEDESTRES.
28 PREVISÃO DE COBERTURA DO SOLO:
UTILIZAR BRITA PARA VAGAS DE
ESTACIONAMENTO DESCOBERTO EM
ÁREAS PLANAS E OUTRA SOLUÇÃO
ADEQUADA PARA TERRENOS COM
DECLIVIDADE.
SEGURANÇA
29 FECHAMENTO DE DIVISAS: DEVE SER
COM MURO OU ALAMBRADO COM ALTURA
MÍNIMA DE 1,80M.
30 ILUMINAÇÃO DE ÁREAS COMUNS: DEVE
COMPOR O PROJETO DAS ÁREAS COMUNS.
26
ANÁLISE DO TRABALHO SOCIAL
O TRABALHO SOCIAL É UMA AÇÃO FUNDAMENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DAS INTERVENÇÕES QUE
ENVOLVEM POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA.
NO PRODUTO DESTINADO A FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS É NECESSÁRIO O
TRABALHO SOCIAL NOS EMPREENDIMENTOS EM CONDOMÍNIO E ESTÁ PREVISTO UM INVESTIMENTO
MÍNIMO DE 0,5% SOBRE VALOR DA OBRA.
NOS FINANCIAMENTOS COM RECURSOS DO FGTS, O TRABALHO SOCIAL ESTÁ PREVISTO EM
EMPREENDIMENTOS COM VALOR DA UNIDADE DE ATÉ R$ 40MIL.
A ANÁLISE DO TRABALHO SOCIAL VERIFICA O ENQUADRAMENTO DO PROJETO NAS REGRAS DO PROGRAMA,
VISA GARANTIR A EFETIVIDADE DA OPERAÇÃO E CONSISTE EM AVALIAR A PROPOSTA DE AÇÕES SOCIAIS
INTEGRANTES DO EMPREENDIMENTO, CONSIDERANDO:
• CAPACITAÇÃO PARA O CONVÍVIO COMUNITÁRIO.
• USO DE EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS.
• EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
• INTEGRAÇÃO SOCIAL.
ANÁLISE JURÍDICA
• VERIFICA A SITUAÇÃO JURÍDICA DA EMPRESA E DE SEUS REPRESENTANTES.
• IDENTIFICA RISCOS LEGAIS QUE IMPACTEM NA OPERAÇÃO.
• VERIFICA A REGULARIDADE DO TERRENO DO EMPREENDIMENTO, AGREGANDO SEGURANÇA À
TRANSAÇÃO IMOBILIÁRIA.
• VERIFICA A CONFORMIDADE DOS REGISTROS IMOBILIÁRIOS EXISTENTES COM VISTAS A ASSEGURAR A
CORRETA TRANSFERÊNCIA DA PROPRIEDADE IMOBILIÁRIA.
• AVALIA EVENTUAIS PASSIVOS COM REPERCUSSÃO NA PROPRIEDADE IMOBILIÁRIA.
27
ANÁLISE DE RISCO DA EMPRESA
ITENS FATURAMENTO FISCAL ATÉ
R$ 15 MILHÕES
FATURAMENTO FISCAL
ACIMA DE R$ 15 MILHÕES
MODELO DE AVALIAÇÃO MODELO ESTATÍSTICO ANÁLISE FUNDAMENTALISTA OU
ESPECIALISTA
VALIDADE DA AVALIAÇÃO 12 MESES 12 MESES
PRAZO DE AVALIAÇÃO
REDUZIDO 10 DIAS 15 DIAS
DOCUMENTOS
NECESSÁRIOS
FICHA DE INFORMAÇÕES DA EMPRESA, SÓCIOS E DIRIGENTES.
QUADROS DE EMPREENDIMENTOS EM CARTEIRA, DE CONTRATOS DE PRESTAÇÃO
DE SERVIÇOS, DE DISPONIBILIDADES, DE DÍVIDA E FICHA DE INFORMAÇÕES
COMPLEMENTARES.
DEMONSTRATIVO DE INFORMAÇÕES
ECONÔMICO-FINANCEIRAS DE PESSOA
JURÍDICA – DIPJ DO ÚLTIMO EXERCÍCIO
ENCERRADO.
QUANDO NÃO FOR S/A DE CAPITAL
ABERTO, APRESENTAR O DEMONSTRATIVO
DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FINANCEIRAS
DE PESSOA JURÍDICA.
ANÁLISE DE RISCO DO EMPREENDIMENTO
DOCUMENTOS
PRODUTO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS
• BALANCETE ANALÍTICO.
• ATUALIZAÇÃO DOS QUADROS DE
EMPREENDIMENTOS EM CARTEIRA,
CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, DE
DISPONIBILIDADES E DE DÍVIDAS.
PRODUTO PARA FAMÍLIAS COM RENDA
ACIMA DE 3 E ATÉ 10 SALÁRIOS MÍNIMOS
• BALANCETE ANALÍTICO.
• ATUALIZAÇÃO DOS QUADROS DE
EMPREENDIMENTOS EM CARTEIRA,
CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, DE
DISPONIBILIDADES E DE DÍVIDAS.
• PLANO DE VENDAS E FORMA DE
COMERCIALIZAÇÃO.
• DADOS COMPLEMENTARES REFERENTES
AO VALOR DA INFRAESTRUTURA EXTERNA
COM CUSTOS NÃO INCIDENTES, QUANDO
NECESSÁRIO.
30
SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO
• REDUÇÃO DO TEMPO TOTAL DE ANÁLISE DE 120 DIAS PARA 30 A 45 DIAS, A
DEPENDER DA MODALIDADE.
• REDUÇÃO DE ITENS DE ANÁLISE DO EMPREENDIMENTO (DE 225 PARA 30 ITENS) QUE SERÃO
DIVULGADOS NO SITE DA CAIXA PARA CONHECIMENTO PRÉVIO DOS INTERESSADOS.
• ACEITAÇÃO DE PROJETOS ANALISADOS EM OUTRAS REGIÕES, RESGUARDADAS AS EXIGÊNCIAS DA
LEGISLAÇÃO URBANÍSTICA LOCAL E DA NOVA IMPLANTAÇÃO.
• ANÁLISE EM PARALELO COM A TRAMITAÇÃO NA PREFEITURA.
• ANÁLISES INTERNAS CONCOMITANTES PARA REDUÇÃO DE PRAZOS.
• VALIDADE DE 1 ANO DA AVALIAÇÃO INICIAL DO IMÓVEL.
• ACEITAÇÃO DO PROTOCOLO DE REGISTRO NO CARTÓRIO PARA EFETIVAÇÃO DA VENDA AO
BENEFICIÁRIO (NO CASO DE INCORPORAÇÕES) EM SUBSTITUIÇÃO AO REGISTRO.
• APROVAÇÃO E CONTRATAÇÃO DE CLIENTES APRESENTADOS PELA INCORPORADORA
EM ATÉ 15 DIAS.
OPERAÇÕES
COLETIVAS
URBANAS E RURAIS
EM PARCERIA COM
ASSOCIAÇÕES E
COOPERATIVAS
30
HABITAÇÃO URBANA
CARACTERIZAÇÃO
MODALIDADE
FINANCIAMENTO ÀS FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA, ORGANIZADAS DE FORMA ASSOCIATIVA POR ENTIDADES
SEM FINS LUCRATIVOS (COOPERATIVAS, ASSOCIAÇÕES ETC).
PÚBLICO-ALVO
• FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS.
FOCO
• ABRANGÊNCIA NACIONAL.
ANÁLISE DO BENEFICIÁRIO
• DOCUMENTOS PESSOAIS – RG E CPF.
• COMPROVAÇÃO DE RENDA (FORMAL OU INFORMAL) PARA ENQUADRAMENTO NO PROGRAMA.
• VERIFICAÇÃO DO CADMUT – CADASTRO NACIONAL DE MUTUÁRIO.
CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
• 10% DA RENDA FAMILIAR DURANTE 10 ANOS, CORRIGIDO ANUALMENTE PELA TR.
• SEM ENTRADA E SEM PAGAMENTO DURANTE A OBRA.
• SEM COBRANÇA DE SEGURO MIP E DFI.
CONDIÇÕES PARA APROVAÇÃO
DO BENEFICIÁRIO
• NÃO TER SIDO BENEFICIADO ANTERIORMENTE EM
PROGRAMAS DE HABITAÇÃO SOCIAL DO GOVERNO.
• NÃO POSSUIR CASA PRÓPRIA OU FINANCIAMENTO EM
QUALQUER UNIDADE DA FEDERAÇÃO.
• ESTAR ENQUADRADO NA FAIXA DE RENDA FAMILIAR DO
PROGRAMA.
31
OPERACIONALIZAÇÃO
• O CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL – CCFDS DEFINE A ALOCAÇÃO
DE RECURSOS POR REGIÃO DO TERRITÓRIO NACIONAL.
• ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS APRESENTAM PROJETOS ÀS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DA
CAIXA, PODENDO FAZÊ-LOS EM PARCERIA COM ESTADOS E MUNICÍPIOS.
• A CAIXA EFETUA AS ANÁLISES DE ENGENHARIA E SOCIAL, E SIMULTANEAMENTE, EFETUA A ANÁLISE
JURÍDICA.
• APÓS A CONCLUSÃO DA ANÁLISE, A CAIXA ENVIA AO MINISTÉRIO DAS CIDADES A RELAÇÃO DE
PROJETOS PARA SELEÇÃO.
• O MINISTÉRIO DAS CIDADES SELECIONA E COMUNICA O RESULTADO À CAIXA.
• ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS APRESENTAM A DEMANDA A SER ATENDIDA.
• A CAIXA EFETUA A ANÁLISE PARA ENQUADRAMENTO DA DEMANDA.
• A CAIXA CONTRATA A OPERAÇÃO, LIBERA RECURSOS CONFORME CRONOGRAMA E ACOMPANHA A
EXECUÇÃO DA OBRA.
ANÁLISE – FLUXOGRAMA
ENTIDADES SEM
FINS LUCRATIVOS
APRESENTA PROJETO
CAIXA
ENVIA PARA ANÁLISE.
APROVADO, ENCAMINHA
PARA SELEÇÃO
CAIXA
ENQUADRA
DEMANDA
MINISTÉRIO
DAS CIDADES
SELEÇÃO
ANÁLISE
JURÍDICA
ANÁLISE DE
ENGENHARIA
SOCIAL
ENTIDADES SEM
FINS LUCRATIVOS
APRESENTA A DEMANDA
CAIXA
CONTRATA
ANÁLISE – PRAZO TOTAL: 30 DIAS
APÓS O RECEBIMENTO DA DOCUMENTAÇÃO COMPLETA.
OPERAÇÕES COLETIVAS URBANAS E RURAIS EM PARCERIA COM ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS
32
HABITAÇÃO RURAL
CARACTERIZAÇÃO
MODALIDADE
• FINANCIAMENTO ÀS FAMÍLIAS DE AGRICULTORES, ORGANIZADAS DE FORMA ASSOCIATIVA POR
ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS, LIGADAS AO MEIO RURAL (COOPERATIVAS, ASSOCIAÇÕES ETC).
PÚBLICO-ALVO
• AGRICULTORES FAMILIARES COM RENDA BRUTA ANUAL FAMILIAR DE ATÉ R$ 7.000,00.
ÁREA DE ATUAÇÃO
• ABRANGÊNCIA NACIONAL.
ANÁLISE DO BENEFICIÁRIO
• DOCUMENTOS PESSOAIS – RG E CPF.
• UTILIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES CONSTANTES NA DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF, PARA
ENQUADRAMENTO NO PROGRAMA.
• VERIFICAÇÃO DO CADMUT – CADASTRO NACIONAL DE MUTUÁRIO.
• SEM ENTRADA E SEM PAGAMENTO DURANTE A OBRA.
• SEM COBRANÇA DE SEGURO MIP E DFI.
CONDIÇÕES PARA
APROVAÇÃO DO BENEFICIÁRIO
• NÃO TER SIDO BENEFICIADO ANTERIORMENTE EM
PROGRAMAS DE HABITAÇÃO SOCIAL DO GOVERNO.
• NÃO POSSUIR CASA PRÓPRIA OU FINANCIAMENTO
EM QUALQUER UNIDADE DA FEDERAÇÃO.
• ESTAR ENQUADRADO NA FAIXA DE RENDA FAMILIAR
DO PROGRAMA.
33
OPERACIONALIZAÇÃO
• O MINISTÉRIO DAS CIDADES DEFINE A ALOCAÇÃO DE RECURSOS POR REGIÃO DO TERRITÓRIO
NACIONAL.
• ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS APRESENTAM PROJETOS ÀS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DA
CAIXA, PODENDO FAZÊ-LOS EM PARCERIA COM ESTADOS E MUNICÍPIOS.
• A CAIXA EFETUA AS ANÁLISES DE ENGENHARIA E SOCIAL, E SIMULTANEAMENTE, EFETUA A
ANÁLISE JURÍDICA.
• ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS APRESENTAM A DEMANDA A SER ATENDIDA.
• A CAIXA EFETUA A ANÁLISE PARA ENQUADRAMENTO DA DEMANDA.
• A CAIXA CONTRATA A OPERAÇÃO, LIBERA RECURSOS CONFORME CRONOGRAMA E ACOMPANHA A
EXECUÇÃO DA OBRA.
ANÁLISE – FLUXOGRAMA
ENTIDADES SEM
FINS LUCRATIVOS
APRESENTA PROJETO
CAIXA
ENVIA PARA ANÁLISE.
APROVADO, ENCAMINHA
PARA CONTRATAÇÃO
CAIXA
ENQUADRA
DEMANDA
MINISTÉRIO
DAS CIDADES
SELEÇÃO
ANÁLISE
JURÍDICA
ANÁLISE DE
ENGENHARIA
SOCIAL
ENTIDADES SEM
FINS LUCRATIVOS
APRESENTA A DEMANDA
CAIXA
CONTRATA
ANÁLISE – PRAZO TOTAL: 30 DIAS
APÓS O RECEBIMENTO DA DOCUMENTAÇÃO COMPLETA.
OPERAÇÕES COLETIVAS URBANAS E RURAIS EM PARCERIA COM ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS

CRÉDITO
CORPORATIVO PARA
INFRAESTRUTURA
36
CARACTERÍSTICAS
LINHA DE CRÉDITO PARA FINANCIAMENTO DE INFRAESTRUTURA, INTERNA E/OU EXTERNA, COM RECURSOS
DO TESOURO NACIONAL, PARA PRODUÇÃO DE EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS FINANCIADOS PELA
CAIXA.
O VALOR MÁXIMO DE EMPRÉSTIMO SERÁ DE ATÉ 100% DO CUSTO TOTAL DA INFRAESTRUTURA, VINCULADO
À PRODUÇÃO DO EMPREENDIMENTO FINANCIADO NA CAIXA E OBSERVADA A CAPACIDADE DE
PAGAMENTO DA EMPRESA.
A LIBERAÇÃO DE RECURSOS SERÁ EFETIVADA DE ACORDO COM O CRONOGRAMA APROVADO PELA
CAIXA, SENDO QUE A PRIMEIRA PARCELA SERÁ LIBERADA ANTECIPADAMENTE NO ATO DA
CONTRATAÇÃO, LIMITADA A 10% DO VALOR TOTAL DO FINANCIAMENTO.
PRAZOS
• CARÊNCIA: EXECUÇÃO DA OBRA LIMITADA A 18 MESES.
• RETORNO: ATÉ 36 MESES.
GARANTIAS
• FIANÇA DOS SÓCIOS.
• HIPOTECA OU ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE UNIDADES NÃO COMERCIALIZADAS DO EMPREENDIMENTO
OBJETO DO EMPRÉSTIMO.
• HIPOTECA OU ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE OUTROS BENS IMÓVEIS, DENTRE AS GARANTIAS
QUALIFICADAS E ACEITAS PELA CAIXA.
• PENHOR DE DIREITOS CREDITÓRIOS RELATIVOS ÀS UNIDADES COMERCIALIZADAS, POR
AUTOFINANCIAMENTO DO EMPREENDIMENTO E DE OUTROS EMPREENDIMENTOS,
EXCEPCIONALMENTE, PARA COMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA MÍNIMA.
• FIANÇA BANCÁRIA.
37
CRÉDITO CORPORATIVO PARA INFRAESTRUTURA
FLUXO OPERACIONAL PARA CONSTRUTORAS
PRAZO: 30 DIAS – APROVADO COMITÊ REGIONAL
45 DIAS – ALÇADA MATRIZ DA CAIXA
CONSTRUTORA
COM ANÁLISE DE RISCO VÁLIDA
APRESENTA PROJETO NA CAIXA
SUPERINTENDÊNCIA
REGIONAL DA CAIXA
ENCAMINHA PARA ANÁLISE DE
RISCO, ENGENHARIA E JURÍDICA
COMITÊ REGIONAL
DA CAIXA
1 – APROVA OU
2 – ENCAMINHA ALÇADA À MATRIZ DA CAIXA
EM FUNÇÃO DO VALOR DA OPERAÇÃO
CONTRATAÇÃO
(AGÊNCIA DA CAIXA)
ALÇADA DECISÓRIA
MATRIZ DA CAIXA
ANÁLISE DE RISCO
PRAZO: 5 DIAS
ANÁLISE DE ENGENHARIA E TRABALHO SOCIAL
PRAZO: 15 DIAS
ANÁLISE JURÍDICA
PRAZO: 10 DIAS
1
2
ATÉ 30 DIAS
ATÉ 45 DIAS
40

segunda-feira, 30 de março de 2009

Minha Casa Minha Vida


FERNANDO EXMAN - REUTERS - AGENCIA ESTADO

BRASÍLIA - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quarta-feira um programa para construção de 1 milhão de moradias destinas à população de baixa renda que custará 34 bilhões de reais em empréstimos e subsídios.

O plano combaterá uma parte do déficit habitacional, de 7,2 milhões de moradias, e ao mesmo tempo fortalecerá a economia e deverá gerar empregos.

Batizado de “Minha Casa, Minha Vida”, o pacote prevê também a redução da carga tributária que incide sobre o setor da construção civil. O plano será implementado a partir do dia 13 de abril.

Na previsão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, contando subsídios e financiamentos, o programa vai movimentar 60 bilhões de reais e gerar 1,5 milhão de empregos, citando a Fundação Getúlio Vargas.

“Isso significa um PIB (Produto Interno Bruto) adicional de 2 por cento. Ou seja: o PIB crescerá mais 2 por cento além daquilo que cresceria normalmente”, assegurou Mantega em discurso, lembrando que o governo não deixará faltar recursos para os empresários que desejarem investir no país.

Especialistas do mercado financeiro estimam uma elevação de apenas 0,01 por cento do PIB brasileiro neste ano, de acordo com o Boletim Focus divulgado na segunda-feira pelo Banco Central.

“Este é um programa adicional, quase que emergencial, como resposta para resolver problemas de moradia dos brasileiros e ao mesmo tempo para gerar muito emprego”, destacou Lula durante a cerimônia.

O presidente tentou reduzir a pressão política sobre o governo. Além de afirmar que pretende dividir a responsabilidade pela execução do programa com empresários, governadores, prefeitos e representantes dos movimentos sociais de defesa da moradia popular, Lula evitou se comprometer com um prazo para executar o plano.

“A princípio, nós imaginávamos que fosse possível cumpri-lo em dois anos. Não tem limite, não tem data. Portanto, ninguém me cobre que nós vamos fazer 1 milhão de casas em dois anos”, sublinhou.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, potencial escolhida de Lula para disputar a eleição presidencial de 2010 pelo PT e responsável pela coordenação da elaboração do pacote, foi escalada para divulgar os detalhes do plano, com as costumeiras transparências.

“Nós vamos compatibilizar a prestação com a renda das famílias. Não dá para imaginar que com os custos de mercado a população de menor renda vá ter acesso a moradia sem interferência do governo”, disse Dilma.

O setor de construção, que foi consultado durante o processo de confecção do plano, aprovou as medidas.

“O plano traduz, em grande parte, muito do que o nosso setor vem defendendo nos últimos anos. As medidas anunciadas pelo governo têm, ao mesmo tempo, caráter emergencial e estrutural”, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, durante o anúncio.

Mesmo com os elogios por parte de empresários do setor, de governantes e de representantes de movimentos pela moradia, a oposição fez críticas. Nota do PSDB chama o plano de “pactóide habitacional”.

“Os números mostram que, segundo o que foi anunciado, para o segmento de 6 a 10 salários mínimo deverá faltar demanda para as casas previstas. Já no segmento de mais baixa renda, se as casas efetivamente forem construídas, o impacto sobre o déficit será risível”, diz o partido, para quem o total de moradias necessárias ao país atinge 7,9 milhões.

SUBSÍDIOS

O governo dará subsídio –no valor de 16 bilhões de reais– praticamente integral para as famílias que tiverem renda mensal de até três salários mínimos, que terão de pagar uma parcela mensal simbólica de 50 reais ou 10 por cento de seu rendimento, por 10 anos. Os mutuários só passarão a pagar as prestações depois do recebimento das chaves das residências, mas os inadimplentes só terão as escrituras dos imóveis se quitarem esses débitos.

“Ninguém vai ser colocado para fora de sua casa se não tiver condição de pagar (durante os 10 anos)”, ponderou o vice-presidente de governo da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. A Caixa é responsável por financiar os imóveis.

Para as famílias que ganham de três a seis salários mínimos, as quais poderão comprometer 20 por cento de sua renda, o subsídio será de 10 bilhões de reais. Os juros cobrados pelos bancos nessa faixa serão reduzidos, assim como as taxas de cartórios e custos com seguros.

As famílias que ganham até 10 salários mínimos não receberão subsídios diretos, mas serão beneficiadas pelas menores custos para a compra dos imóveis.

A União também criará um fundo garantidor de 1 bilhão de reais para assegurar que as empreiteiras e os bancos não percam dinheiro se os mutuários perderem o emprego durante o período de financiamento. As famílias poderão adiar o pagamento de algumas parcelas caso comprovem dificuldades financeiras, mas terão de pagá-las depois.

O governo destinará 5 bilhões para financiar investimentos em infraestrutura urbana. Já o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizará 1 bilhão de reais em empréstimos para a cadeia produtiva da construção civil.

O governo enviará ao Congresso duas medidas provisórias para regulamentar o programa e um projeto de lei para abrir o crédito extraordinário dos primeiros 6 bilhões de reais previstos no pacote. O déficit habitacional do Brasil é de 7,2 milhões de moradias.

(Edição de Carmen Munari)

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NO TRABALHO

A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NO TRABALHO

Embora as primeiras manifestações de atividades físicas em empresas datem de mais de 100 anos, a Ginástica Laboral é um ramo relativamente novo para a maioria das empresas



A Ginástica Laboral começou
a ser compreendida como um grande instrumento na melhoria
da saúde física do trabalhador, reduzindo e prevenindo
problemas ocupacionais,
através de exercícios específicos que são realizados no próprio
local de trabalho.

A Ginástica Laboral não sobrecarrega nem cansa o funcionário, porque é leve e
de curta duração.


“A ginástica laboral traz, entre outras coisas, maior integração da equipe”
O objetivo da GL (Ginástica Laboral)
é promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, por meio de exercícios dirigidos que:

- Trabalham a reeducação postural,

- Aliviam o estresse,

- Diminuam o sedentarismo;

- Aumentam o ânimo para o trabalho;

- Promovam a saúde e uma maior consciência corporal;

- Aumentam a integração social;

- Melhoram o desempenho profissional;

- Diminuam as tensões acumuladas no trabalho;

- Previnam lesões e doenças por traumas cumulativos, como as LER (Lesões por Esforços Repetitivos) e os DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).

- Diminuam a fadiga visual, corporal e mental por meio das pausas para os exercícios.


Dentre as lesões mais freqüentes podemos citar:

- Na coluna cervical: síndrome da tensão cervical e síndrome do desfiladeiro torácico;

- No ombro: tenossinovite do bíceps e tendinite do músculo supra-espinhoso;

- No cúbito (cotovelo): epicondilites;

- No punho: tenossinovite dos flexores do punho e dedos, tenossinovite dos extensores do carpo e dedos, tendinite de Dequervain e síndrome do túnel do carpo;

- Na mão: fascite palmar e miosite dos lumbricais.

- Outros problemas na coluna como: hipercifose torácica, hiperlordose, escoliose, entre outros.

- Encurtamentos musculares.
Para as empresas, a incorporação da Ginástica Laboral pode trazer muitos benefícios como:

- Redução de faltas dos funcionários;

- Aumento da produtividade;

- Redução de quedas;

- Maior integração da equipe etc.
Devido à importância da implantação da GL nas empresas resolvemos fazer esta matéria com mais alguns exercícios que podem ser feitos de duas a três vezes por dia e ajudá-los a ter
uma qualidade de vida melhor.
Data de publicação: 01/01/2006


Matéria assinada por:
Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Cólica Renal


CÓLICA RENAL
Passei por isso, e procurei informação sobre o assunto, estou agora replicando para outros que queiram informação sobre o mesmo tema. O texto original foi escrito pelos médicos citados no final do texto.
Sinônimos:
cólica uretral ou cólica nefrítica
O que é uma cólica Renal?
É uma dor aguda, intensa, oscilante (vai e vem) que vem do aparelho urinário superior (rim). É uma das dores mais terríveis da medicina e geralmente causada por pedras (cálculos) no rim ou no ureter. A pedra causa obstrução da urina que vem do rim, dilatando-o. Essa dilatação renal é a fonte da dor. Existem outras causas de cólica renal, como coágulos, ligadura cirúrgica do ureter ou mesmo compressões extrínsecas do ureter por tumores.
É uma das urgências urológicas mais comuns, atingindo homens e mulheres na proporção três para um respectivamente.
O que se sente?
A dor lombar é o sintoma principal, forte, em cólica com irradiação anterior para o abdômen e para baixo em direção ao testículo no homem ou para os grandes lábios na mulher. Se a obstrução for mais baixa em direção à bexiga pode haver dor abdominal e sintomas urinários (micções freqüentes, ardência para urinar).
Não há posição do corpo relacionada com a dor nem posição que a alivie. Geralmente o paciente está agitado. Náuseas e vômitos freqüentemente acompanham o quadro.
Como se faz o diagnóstico?
As queixas e sinais acima descritos junto com a percussão dolorosa do rim fazem suspeitar fortemente de cólica renal. A percussão renal é feita batendo-se com o punho fechado sobre as costas do paciente onde se localiza o rim.
Um exame físico completo é necessário a fim de se descartar outras patologias.
O exame qualitativo de urina (comum de urina) geralmente apresenta sangramento microscópico (hematúria microscópica), principalmente se houver pedra.
Exames de imagem são freqüentemente solicitados. Dentre eles, os mais comuns são as radiografias simples de abdômen , a urografia venosa (radiografia dos rins com a utilização de contrastes venosos) e a ecografia abdominal total. Em casos de mais difícil diagnóstico, a tomografia computadorizada (85% de sensibilidade), a ressonância nuclear magnética devem ser solicitadas.A ureteroscopia é um método cada vez mais frequente principalmente por permitir tratamento concomitante.
Geralmente o diagnóstico é obtido sem maiores dificuldades. Entretanto, algumas situações podem confundir o dignóstico principalmente quando há náuseas e vômitos: apendicite, constipação, colecistite, diverticulite, gastrites agudas, pancreatite, aneurisma e dissecção da aorta, tumores, etc.
Como se trata?
De imediato, a dor deve ser tratada com analgésicos, anti-espasmódicos e anti-inflamatórios dados por via oral, intramuscular ou endovenosa conforme a gravidade do caso. O paciente pode ser tratado em casa. Caso o seu quadro seja mais grave ou a dor não ceda com medicação rotineira, uma internação hospitalar está indicada para aplicação de medicações mais potentes como os analgésicos opióides. Náuseas e vômitos deverão ser tratados concomitantemente.
Após o controle da dor, deve-se combater a causa da obstrução, por exemplo, fazendo a retirada da pedra. A desobstrução pode ser feita temporariamente através de tubos especiais chamados de cateteres. Um desses freqüentemente usado é o cateter duplo-J com extremidades torcidas de maneira que, quando colocados dentro do aparelho urinário, não se desloquem. Em muitos casos de pedra, estas são eliminadas espontaneamente com alívio imediato da dor.
Uma vez resolvido o problema (cálculo eliminado ou removido), deve-se solicitar ao pacientes exames a fim de se diagnosticar a causa do cálculo (estudo metabólico). Dosagens na urina e sangue das seguintes substânciais: cálcio, fosforo, acido úrico, creatinina, citrato, magnésio, sódio, fosfatase alcalina.
Texto baseado em matérias dos Drs. Cláudio Luiz Martins Lima e Protásio Martins Costa Alves

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Uso Correto do Head Seat

Qualidade Acústica de Head-Set Usado para Teleatendimento
Prof. Samir N. Y. Gerges, Ph.D.
Existe um acentuado crescimento em realizar transações de compra e venda, de
troca de informações através do teleatendimento direto com os clientes. As
telefonistas que realizam estas operações estão representando uma grande fatia
de trabalhadores com jornada diária, geralmente, de 6 horas. O trabalho destas
telefonistas requer troca de informações e realizar ações que envolvem
geralmente transação financeira. Por isto são conversas gravadas e devem ser de
alta inteligibilidade e em ambiente com bom conforto acústico. O ambiente de
trabalho de teleatendimento é geralmente de salas grandes com cerca de 20 a
200 telefonistas em espaço limitado com distância pequena entre eles. O ruído de
fundo neste ambiente está entre 50 a 80 dBA, dependendo de cada caso. A
qualidade da conversa (inteligibilidade de fala) depende da qualidade do sistema
de comunicação incluindo o headset, ruído de fundo e a linha telefônica. A
avaliação da qualidade do sistema de comunicação telefônico pode ser dividido
em dois items;
(1) Avaliação da Qualidade Acústica do Head-set e Sistema de Comunicação
Esta avaliação pode ser feita através de ensaios de inteligibildade acústica da
fala. Nesta avaliação são transmitidas palavras e sílabas padrões de voz de
homens e mulheres e as ouvintes (telefonistas) devem tentar identificar estas
palavras e sílabas em diferentes níveis de ruído de fundo no ambiente. O
Laboratório de RuÍdo Industrial (LARI) da Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC), já realizou trabalhos de pesquisa e desenvolvimento desta metodologia
com aplicações em Protetores Auditivos.
(2) Avaliação da Dose de Ruído de Exposição dos Operadores de
Teleatendimento
Esta avaliação deve ser realizada por medição de ruído conforme normas
internacionais. Não é recomendado fazer qualquer medição sem estudo profundo
e sem validação da metodologia e/ou equipamentos usados. As medições da dose
de ruído deste caso específico (telefonistas), devem ser feitas conforme normas
de medição internacionais. Existem duas normas especiais relacionadas a esta
avaliação;

2.1- Usar o mini microfone em ouvido real da telefonista, "Microphone in
Real Ear - MIRE". A figura a seguir mostra este sistema de medição.




2.1- Usar uma cabeça (padronizada) com orelha (padronizada) e no canal
auditivo externo da cabeça usa-se Simulador de Ouvido (padronizado, com
microfone de precisão). Além do uso de um sistema de medição tais como
analizador de freqüência, condicionador de sinal e também calibradore (ver
referência). A figura abaixo mostra um caso típico de medição usando a
cabeça artificial e sistema do LARI/UFSC usado pelo autor deste artigo.
Não devem ser usados dispositivos, equipamentos e/ou técnicas
desenvolvidas para outros objetivos, como por exemplo usar "Ouvido
Artificial" desenvolvido para calibração de audiômetros para este fim. Existe
ouvido artificial fabricado por Bruel & Kjaer tipo 41552 e 4153 para
calibração de audiômetro, e não para medição da dose. A falta de arco de
head-set resulta em diferente força de aperto e portanto a não tem validade
de medição.
Referencia: Ruído: Fundamentos e Controle; Um livro de 700 páginas,
segunda edição 2000, NR Editora fax: 0xx-48-2320826.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Síndrome do Pânico - Mais Informações


Síndrome do Pânico
Incluído em 02/02/2005


O Distúrbio do Pânico habitualmente se inicia depois dos 20 anos, é igualmente prevalente entre homens e mulheres, portanto, em sua maioria, as pessoas que tem o Pânico são jovens ou adultos jovens na faixa etária dos 20 aos 40 anos e se encontram na plenitude da vida profissional. Normalmente são pessoas extremamente produtivas, costumam assumir grandes responsabilidades e afazeres, são perfeccionistas, muito exigentes consigo mesmas e não costumam aceitar bem os erros ou imprevistos.


Os portadores de Pânico costumam ter tendência a preocupação excessiva com problemas do cotidianos, têm um bom nível de criatividade, excessiva necessidade de estar no controle da situação, têm expectativas altas, pensamento rígido, são competentes e confiáveis. Freqüentemente esses pacientes têm tendência a subestimar suas necessidades físicas.

Psicologicamente eles costumam reprimir alguns ou todos sentimentos negativos, sendo os mais comuns o orgulho, a irritação e, principalmente, seus conflitos íntimos.

Essa maneira da pessoa ser acaba por predispor a situações de stress acentuado e isso pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro, desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e conseqüentemente o aparecimento do Pânico.

Depois das primeiras crises de Pânico, durante muito tempo os pacientes se recusam aceitar tratar-se de um transtorno psicoemocional. Normalmente costumam ser pessoas que não se vêem sensíveis aos problemas da emoção, julgam-se perfeitamente controladas, dizem que já passaram por momentos de vida mais difíceis sem que nada lhes acontecesse, enfim, são pessoas que até então subestimavam aqueles que sofriam problemas psíquicos.

Psicologia do Pânico

Psicologicamente constata-se, na expressiva maioria dos pacientes portadores de Pânico, a existência de conflitos intra-psíquicos. Algumas vezes nem mesmo os pacientes têm a nítida noção de estarem vivenciando tais conflitos, os quais atuam, nestes casos, mais à nível inconsciente.

Os fatores estressores e os conflitos atingem de forma diferente as diferentes pessoas. Porque algumas pessoas convertem para o físico e orgânico suas emoções (somatizam)? Porque ainda, as pessoas que fazem isso o fazem em diferentes órgãos, alguns tendo crises de pressão alta, outros asma, outros diabetes e assim por diante? Por que outras pessoas desenvolvem quadros de Pânico enquanto outras entram em Depressão ou em quadros Fóbicos ou Obsessivo-Compulsivos?

Porque, afinal, as emoções neste determinado paciente desencadearam a Síndrome do Pânico e não a Depressão franca e típica?

Acontece com as emoções o mesmo que com a alergia, caso possamos usar esse exemplo. Imagine 20 pessoas numa sala impregnada de fungos e bolor. Destas 20, pode ser que apenas 6 delas tenham alergia em reação aos fungos e bolor. Dessas 6 pessoas, pode ser que 2 delas reajam com rinite alérgica e espirros, outras 2 com urticária e eczemas e as 2 restantes com asma brônquica. Como vimos, diante de um mesmo agente agressor nem todos foram sensibilizados e, dos que foram sensíveis, tivemos três tipos de reação diferente.

Emocionalmente algo semelhante pode acontecer. Diante da tensão, do stress, da angústia, dos conflitos, ou da ansiedade exagerada as pessoas podem reagir diferentemente; algumas necessitam de muito mais estímulos para reagirem que outras, das que reagem cada qual reagirá à sua maneira. Algumas com Depressão Típica, outras com Fobias, Pânico, Obsessão-Compulsão, Ansiedade Generalizada, etc.

A emoção, como o álcool, embriaga em graus variáveis e, como na embriaguez verdadeira, cada um de nós reagirá à este estado de acordo com sua personalidade. Hipoteticamente, sendo impossível ao ser humano viver sem emoções, vamos imaginar que vivemos embriagados em graus variados. Assim sendo, a experiência clínica tem nos mostrado que sofrerá de Pânico, como uma forma de Depressão Atípica, todo aquele que tenta disfarçar sua embriaguez com todas suas forças.

É por isso que, inicialmente, nenhum paciente com Pânico se diz emotivo, deprimido ou mesmo vivendo algum conflito. Como dissemos, na maioria das vezes os portadores de Pânico são pessoas extrovertidas, determinadas, decididas, capazes de enfrentar situações muito adversas, corajosas e sem antecedentes de transtornos emocionais.

Apesar dessas características, depois do primeiro episódio de Pânico, normalmente de gravidade suficiente para atendimento em Pronto-Socorro, essas pessoas tornam-se mais amedrontadas, tensas e inseguras. Considerar que o extremo mal estar pelo qual passaram tenha tido origem puramente emocional é a última coisa que acreditam.

Ataques do Pânico*

* texto extraído do DSM.IV (Classificação da Associação Norte-Americana de Psiquiatria)
Os ataques de pânico são recorrentes (voltam) e caracterizam essencialmente este distúrbio. Essas crises se manifestam por ansiedade aguda e intensa, extremo desconforto, sintomas vegetativos (veja a lista) associados e medo de algo ruim acontecer de repente, como por exemplo da morte iminente, de passar mal, desmaiar, perder o controle, etc. As crises de ansiedade no Pânico duram minutos e costumam ser inesperadas, ou seja, não seguem situações especiais, podendo surpreender o paciente em ocasiões variadas. Não obstante, existem alguns pacientes que desenvolvem o episódio de pânico diante de determinadas situações pré-conhecidas, como por exemplo, dirigindo automóveis, diante de grande multidão, dentro de bancos, etc. Neste caso dizemos que o Distúrbio do Pânico é acompanhado de Agorafobia.

Uma vez que os Ataques de Pânico ocorrem em diversos quadros de Ansiedade, o texto e o conjunto de critérios para um Ataque de Pânico são oferecidos separadamente nesta seção.
A característica essencial de um Ataque de Pânico é um período distinto de intenso medo ou desconforto acompanhado por pelo menos 4 de 13 sintomas físicos citados abaixo.

O ataque tem um início súbito e aumenta rapidamente, atingindo um pico em geral em 10 minutos acompanhado por um sentimento de perigo ou catástrofe iminente e um anseio por escapar. Os 13 sintomas físicos são os seguintes:

1 - palpitações,
2 - sudorese,
3 - tremores ou abalos,
4 - sensações de falta de ar ou sufocamento,
5 - sensação de asfixia,
6 - dor ou desconforto torácico,
7 - náusea ou desconforto abdominal,
8 - tontura ou vertigem,
9 - sensação de não ser ela(e) mesma(o),
10 - medo de perder o controle ou de "enlouquecer",
11 - medo de morrer,
12 - formigamentos e
13 - calafrios ou ondas de calor.

Os ataques que satisfazem todos os demais critérios mas têm menos de 4 sintomas físicos são chamados de ataques com sintomas limitados.
Os indivíduos que buscam os cuidados médicos para Ataques de Pânico inesperados geralmente descrevem o medo como intenso e relatam que achavam que estavam prestes a morrer, perder o controle, ter um ataque cardíaco ou acidente vascular encefálico ou "enlouquecer". Eles também citam, geralmente, um desejo urgente de fugir de onde quer que o ataque esteja ocorrendo.

A falta de ar é um sintoma comum nos Ataques de Pânico. O rubor facial é comum em Ataques de Pânico ligados a situações relacionadas à ansiedade social e de desempenho. A ansiedade característica de um Ataque de Pânico pode ser diferenciada da ansiedade generalizada por sua natureza intermitente (em crises) enquanto na ansiedade generalizada a ansiedade não é em crises mas continuada e a gravidade geralmente é maior nas crises de pânico que na ansiedade generalizada.

Os Ataques de Pânico podem ocorrer em uma variedade de Transtornos de Ansiedade, tais como:

1 - Transtorno de Ansiedade,
2 - Fobia Social,
3 - Fobia Específica,
4 - Transtorno de Estresse Pós-Traumático,
5 - Transtorno de Estresse Agudo.

Na determinação da importância diagnóstica diferencial de um Ataque de Pânico, é crucial considerar o contexto no qual ocorre o Ataque de Pânico. Existem três tipos característicos de Ataques de Pânico, com diferentes relacionamentos entre o início do ataque e a presença ou ausência de ativadores situacionais:

1 - Ataques de Pânico Inesperados (não evocados), nos quais o início do Ataque de Pânico não está associado com um ativador situacional (isto é, ocorre espontaneamente, "vindo do nada");
2 - Ataques de Pânico Ligados a Situações (evocados), nos quais o Ataque de Pânico ocorre, quase que invariavelmente, logo após à exposição ou antecipação a um evocador ou ativador situacional (por ex., ver uma cobra ou um cão sempre ativa um Ataque de Pânico imediato);
3 - Ataques de Pânico Predispostos pela Situação, que tendem mais a ocorrer na exposição ao evocador ou ativador situacional, mas não estão invariavelmente associados ao evocador e não ocorrem necessariamente após a exposição (por ex., os ataques tendem mais a ocorrer quando o indivíduo está dirigindo, mas existem momentos em que a pessoa dirige e não tem um Ataque de Pânico ou momentos em que o Ataque de Pânico ocorre após dirigir por meia hora).

A importância dessa classificação quanto ao surgimento do ataque prende-se ao conhecimento de que:

a - A ocorrência de Ataques de Pânico inesperados é um requisito para o diagnóstico de Transtorno de Pânico (com ou sem Agorafobia).
b - Ataques de Pânico ligados a situações são mais característicos da Fobia Social e Fobia Específica.
c - Os Ataques de Pânico predispostos por situações são especialmente freqüentes no Transtorno de Pânico, mas às vezes podem ocorrer na Fobia Específica ou Fobia Social.

O diagnóstico diferencial de Ataques de Pânico é complicado pelo fato de nem sempre existir um relacionamento exclusivo entre o diagnóstico e o tipo de Ataque de Pânico. Por exemplo, embora o Transtorno de Pânico por definição exija que pelo menos alguns dos Ataques de Pânico sejam inesperados, os indivíduos com Transtorno de Pânico muitas vezes relatam ataques ligados a situações, particularmente no curso mais tardio do transtorno. As questões diagnósticas para casos limítrofes são discutidas nas seções "Diagnóstico Diferencial" dos textos para os transtornos nos quais podem aparecer Ataques de Pânico.

Normalmente, depois do primeiro ataque as pessoas com Pânico experimentam importante ansiedade e medo de vir a apresentar um segundo episódio. Trata-se de extrema insegurança e por muito tempo essas pessoas continuam achando que sofrem do coração ou, quando se tenta afastar essa possibilidade mediante uma série de exames cardiológicos negativos, pensam ser eminente um derrame cerebral.

A ansiedade é tanta que os pacientes ficam ansiosos diante da possibilidade de virem a ficar ansiosos. Por causa disso esses pacientes passam a evitar situações possivelmente facilitadoras da crise, prejudicando-se socialmente e/ou ocupacionalmente em graus variados. São pessoas que deixam de dirigir, não entram em supermercados cheios, evitam aventurar-se pelas ruas desacompanhadas, não conseguem dormir, não entram em avião, não freqüentam shows, evitam edifícios altos, não utilizam elevadores e assim por diante. De qualquer forma a mobilidade social e profissional de tais pacientes encontra-se prejudicada de alguma maneira.

Os pacientes com Transtorno do Pânico podem necessitar sempre de companhia quando saem de casa e, posteriormente, podem até se recusar a sair de casa devido ao medo de passar mal na rua, de morrer subitamente ou enlouquecer ou perder o controle de repente. Eles também citam, geralmente, um desejo de fugir urgente de onde quer que o ataque possa ocorrer. Algumas vezes podem apresentar ansiedade antecipada diante da possibilidade de ter que sair de casa. Normalmente esses pacientes têm muita dificuldade em dormir desacompanhados, procuram insistentemente o cardiologista e recorrem ao auxílio religioso com entusiasmo.

As pessoas que sofrem deste mal costumam fazer uma verdadeira via-sacra a diversos especialistas médicos e, após uma quantidade exagerada de exames médicos negativos, recebem o frustante diagnóstico de que não têm nada, aumentando ainda mais a insegurança e desespero.

Durante as crises de Pânico alguns médicos tentam confortar o paciente fazendo-o entender que não está em perigo mas isso pode, inclusive, aumentar ainda mais sua angústia. Podem até julgar que o médico está sendo displicente e não estar valorizando devidamente seu grave estado. Portanto, quando o médico usa expressões como "não é nada grave", "é um problema de cabeça" ou "não há nada para se preocupar", isso pode até piorar as dificuldades do paciente. Pode dar a falsa impressão de que não há problema real ou de que não existe tratamento entretanto, na realidade. A maioria dos médicos deveria dizer que não há nada de grave fisicamente ou organicamente mas sim, um sério problema emocional que deve ser tratado.

Depois de uma crise de Pânico - por exemplo, enquanto dirige, fazendo compras em uma loja lotada, dentro de um elevador ou na fila do banco - a pessoa pode desenvolver medos irracionais, chamados de fobias à estas situações e, daí em diante, começa a evitar as circunstâncias supostamente capazes de desencadear novas crises. O nível de ansiedade e o medo de uma nova crise vai gradativamente aumentando, até atingir proporções onde a pessoa pode se tornar incapaz de dirigir ou mesmo de pôr o pé fora de casa. Desta forma, o distúrbio do Pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana da pessoa como qualquer outra doença grave.

Transtorno do Pânico
Doença do Pânico, Síndrome do Pânico)

Por ser o Pânico considerado também como um estado de Ansiedade Paroxística Episódica, encontra-se classificado na CID-10 dentro dos Transtornos de Ansiedade (F41.0). Os ataques de pânico recorrentes caracterizam essencialmente este distúrbio; crises de medo agudo e intenso, extremo desconforto, sintomas autossômicos vegetativos associados e medo de morte iminente. As crises de Ansiedade no Pânico duram minutos e costumam ser inesperadas, ou seja, não seguem situações especiais (como na fobia simples, ou na fobia social), podendo surpreender o paciente em ocasiões variadas. Não obstante, existem alguns pacientes que desenvolvem o episódio de pânico diante de determinadas situações pré-conhecidas, como por exemplo, dirigindo automóveis, diante de grande multidão, dentro de bancos, etc. Neste caso dizemos que o Distúrbio do Pânico é acompanhado de Agorafobia.

O DSM-IV enfatiza e a CID-10 cita que, muito freqüentemente, um Distúrbio Depressivo coexiste com o Transtorno do Pânico. Nós, particularmente, achamos que a Síndrome do Pânico é, literalmente, uma forma atípica de doença depressiva. O sentimento de pânico é, em essência, uma grave sensação de insegurança e temor. Ora, quem mais, além dos deprimidos, pode sentir-se tão inseguro ao ponto de sentir a morte (ou o passar mal) iminente ?

Depois do primeiro ataque de pânico, normalmente a pessoa experimenta importante Ansiedade e medo de vir a apresentar um segundo episódio. Trata-se ainda da extrema insegurança. É como se a pessoa ficasse ansiosa diante da possibilidade de ficar ansiosa. Por causa disso os pacientes passam a evitar situações possivelmente facilitadoras da crise, prejudicando-se socialmente e/ou ocupacionalmente em graus variados. São pessoas que deixam de dirigir, não entram em supermercados cheios, evitam aventurar-se pelas ruas desacompanhadas, não conseguem dormir, não entram em avião, não freqüentam shows, evitam edifícios altos, não utilizam elevadores e assim por diante. De qualquer forma a mobilidade social e profissional de tais pacientes encontra-se prejudicada de alguma maneira.

O Distúrbio do Pânico habitualmente se inicia depois dos 20 anos, é igualmente prevalente entre homens e mulheres quando desacompanhado da Agorafobia, mas é duplamente mais freqüente em mulheres quando associado à este estado fóbico.
Biologicamente a Doença do Pânico tem sido associada à elementos muito interessantes:


1- há susceptibilidade do paciente com Pânico ao teste do lactato de sodio, sendo possível desencadear crises experimentalmente através da infusão do lactato. Os ataques de pânico pós-exercício facilitaram a hipótese sobre a pouca tolerância destes pacientes ao ácido láctico (metabólito do exercício muscular). Constatou-se que 70% dos pacientes com esse diagnóstico desenvolviam a crise experimentalmente após a infusão de lactato de sódio, enquanto apenas 5% dos não-portadores do distúrbio desenvolviam a crise com a infusão. Atualmente tem sido aceita a idéia do lactato de sódio induzir a um aumento de noradrenalina circulante, fazendo crer que, não o lactato em si, mas a noradrelina seria a responsável pelo desenvolvimento da crise de pânico.

2- o estudo das imagens cerebrais e a freqüente coexistência do Distúrbio do Pânico com prolapso de válvula mitral são concordâncias clínicas importantes. Os estudos referentes à prolapso da válvula mitral demonstraram que esta alteração anatômica está presente em 50% dos pacientes com Distúrbio do Pânico e em apenas 5% da população normal. A Síndrome do prolapso da válvula mitral é assintomática em 20% dos casos, entretanto, quando há sintomatologia cardiorespiratória o quadro se assemelha muito ao Distúrbio do Pânico. A base e o significado da associação entre o prolapso da válvula mitral e o Distúrbio do Pânico é desconhecida.

3 - Kaplan(9) refere um estudo onde se constata um aumento do fluxo sangüíneo cerebral na área para-hipocampal direita de pacientes com teste positivo para a infusão de lactato. Tais pacientes mostravam ainda um metabolismo cerebral global aumentado.

4 - O componente genético do Pânico é outro elemento a ser considerado. A taxa de concordância para gêmeos monozogóticos é de 80 a 90%, enquanto para os dizigóticos à apenas de 10 a 15%. Entre os parentes de primeiro grau, 15 a 17% são também afetados.


Incidência e Causas de Pânico
No mundo inteiro, existem pessoas que sofrem de Síndrome do Pânico. De acordo com as pesquisas, de 2 a 4% da população mundial é acometida por este mal, o qual já é considerado um sério problema de saúde. O Pânico ou as diversas formas de Fobias é, certamente, uma das causas mais freqüentes de procura a psiquiatras e podemos considerá-lo o segundo lugar de todas as queixas emocionais, precedido apenas pela Depressão. Mesmo assim, é demasiadamente freqüente a associação do Pânico com a Depressão.

Qual seria a causa desse grande aumento do número de casos? Possivelmente deve-se ao aumento da ansiedade patológica na vida moderna. A cronificação dessa ansiedade patológica irá desencadear estados de stress continuado. Tanto eventos desagradáveis, profissionais ou extra-profissionais, quanto eventos agradáveis, também em ambos os campos, podem se constituir em agentes estressores: morte de ente querido, nascimento de filho, despedida ou promoção no emprego, casamento ou separação, todos são potencialmente estressores.

Sabemos hoje que a síndrome do Pânico está biologicamente associada a uma disfunção dos neurotransmissores a qual criaria um fator agravante na sensação de medo. De acordo com uma das teorias, o sistema de alerta normal do organismo - um conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja à alguma ameaça - é desencadeado desnecessariamente na crise de Pânico, sem que haja um perigo iminente a desencadeá-lo de fato, como naturalmente se espera da fisiologia normal do ser humano.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores, responsáveis pela comunicação entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Daí o organismo desencadearia uma reação de alerta indevidamente, como se houvesse realmente uma ameaça concreta.

Seria isto, exatamente, o que ocorreria numa crise de Pânico: uma informação incorreta, decorrente de uma disfunção dos neurotransmissores, alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade e concretamente não existe. No caso do Distúrbio do Pânico os neurotransmissores que se encontram em desequilíbrio são os mesmos envolvidos na Depressão: a Serotonina e a Noradrenalina. Vem daí a idéia de aplicar-se ao transtorno do Pânico o mesmo tratamento medicamentoso da Depressão.

Constata-se também que o Pânico ocorre com maior freqüência em algumas famílias, significando haver uma participação importante de fatores hereditários na determinação de quem está sujeito ao distúrbio. Apesar dessa concordância, muitas pessoas desenvolvem este distúrbio sem nenhum antecedente familiar.

Vale ressaltar ainda que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc.), podem aumentar a atividade e o medo promovendo alterações químicas que podem levar ao Pânico.

Para referir:
Ballone GJ - Síndrome do Pânico - in. PsiqWeb, Internet - disponível em http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2005.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Inteligência Emocional Interpessoal -Teoria das Múltiplas inteligëncias


Alípio Ramos Veiga Neto
Áreas de atuação: Marketing, Marketing Educacional, Comportamento do Consumidor e Negócios Internacionais
Consultor de Marketing Educacional e Pesquisa Científica
Em universidades particulares de vários Estados do Brasil
Professor orientador no Mestrado em Administração
UNIFOR - Fortaleza - Ceará – Brasil
Diretor da Industria Gigaplast
GIGAPLAST - Morungaba - São Paulo – Brasil
alipio.veiga@uol.com.br

MULTIPLAS INTELIGÊNCIAS
(Howard Gardner)
Howard Gardner iniciou seus estudos a respeito das Inteligências Múltiplas como integrante de um grupo de pesquisas sobre "A Natureza e Realização do Potencial Humano". Pesquisador formado em psicologia do desenvolvimento e em inteligência e desenvolvimento infantil e adultos com danos cerebrais tinha como tarefa falar sobre a cognição humana nesta proposta de pesquisa.
Gardner optou por chamar de Inteligências Múltiplas sua concepção e estudos sobre a inteligência. Afirma que se tivesse dito simplesmente que os homens tem diferentes talentos seu livro teria passado desapercebido. No entanto, ao falar de "inteligências múltiplas", no sentido de que existe um número desconhecido de capacidades humanas diferenciadas, vairando desde inteligência musical até a inteligência envolvida no entendimento de si mesmo.
Gardner acreditava que sua obra seria de interesse para a área da psicologia do desenvolvimento, para aqueles que estudavam a inteligência numa perspectiva piagetiana, ou na perspectiva da construção e medição dos testes. No entanto, a obra não despertou muito interesse nessa disciplina, mas logo foi muito estudada (ou apareceram muitos interessados ) na área da educação.
Após 1983, a primeira publicação de "Estruturas da Mente", Gardner dedicou boa parte de seu tempo ao estudo e exploração das implicações educacionais da teoria das IM.
Teoria das Inteligências Múltiplas
A teoria das inteligências múltiplas é uma abordagem teórica que baseia seus estudos na ciência cognitiva ( estudo da mente) e na neurociência ( o estudo do cérebro).
Os sete tipos de inteligências mais aceitos até o momento são:
- inteligência lingüística
- inteligência lógico-matemática
- inteligência corporal-cinestésica
- inteligência musical
- inteligência visual-espacial
- inteligência interpessoal
- inteligência intrapessoal
Howard atualmente estuda outras inteligências, uma chamada NATURALISTA, que está associada à capacidade humana de reconhecer objetos na natureza e a sua relação com a vida humana, e, outra considerada a TRANSCENDENTAL, que está ligada ao entendimento além do corpóreo, o transcendente, é a inteligência dos místicos, religiosos, etc. A partir da teoria de Howard Gardner, o professor Nílson José Machado, da USP, propõe a inteligência PICTÓRICA que está associada à capacidade de desenhar. O desenho é uma forma importante de se expressar e é a primeira utilizada pela criança.
Esta é uma lista preliminiar, cada forma de inteligência pode ser subdividida. Considera-se importante a pluraidade do intelecto. Os sujeitos podem diferir quanto aos perfis particulares de inteligência com os quais nascem e que desenvolvem ao longo da vida. Na verdade o fundamental não é quantas inteligências temos, mas o desenvolvimento de todas elas segundo nossas aptidões.
Sua proposta passa pelos seguintes pressupostos.
- nem todas as pessoas têm os mesmos interesses e habilidades;
- nem todos aprendem da mesma maneira;
- ninguém pode aprender tudo o que há para ser aprendido.
Nessa sua abordagem faz uma crítica ao conceito que considera a inteligência como a capacidade ou faculdade singular, utilizada em qualquer situação de resolução de problemas.
Inteligência, o que a constitui?
Abordagem tradicional > Capacidade de responder a ítens em testes de inteligência.
Inteligências Múltiplas > Capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural.
Os novos paradigmas para a educação determinam que os alunos são os construtores do seu conhecimento. Neste processo a intuição e a descoberta são elementos fundamentais para a construção do conhecimento. Neste novo modelo educacional o aluno deve ser considerado como um ser total que possui outras inteligências além da lingüística e da lógica-matemática, que devem ser desenvolvidas e o professor deve ser um facilitador do processo de aprendizagem, e não mero transmissor de informações prontas.
Centro de Inteligência Capacidade(s) Usuário(s)
Lingüístico Ler, Escrever, Comunicação Autores, Poetas e Oradores
Lógico Cálculo e Raciocínio Cientistas, Matemáticos, Advogados e Juizes
Musical Melodiosa e Rítmica Compositores e Músicos
Cinestésico Física e Movimento Atletas, Bailarinos, Ginastas e talvez Cirurgiões
Espacial Orientação e Direção Arquitetos, Escultores, Pintores, Navegadores e Pilotos
Visual
Interpessoal Relacionamento entre várias pessoas Vendedores, Promotores de Vendas e Negociadores
Intrapessoal Introspecção (volta ao "Eu") Fornece grande intuição para algumas pessoas, permitindo-lhes o acesso ao extraordinário banco de informações armazenado em sua mente subconsciente."
INTELIGÊNCIA LINGUISTICA:
Escritores, poetas, redatores, roteiristas, oradores, líderes políticos e jornalistas.
• Sensível a regras
• Organizado
• Sistemático
• Habilidade para raciocinar
• Gosta de ouvir
• Gosta de ler e de escrever
• Soletra com facilidade
• Gosta de jogos de palavras

INTELIGÊNCIA LÓGICO OU MATEMÁTICA
Matemáticos, cientistas, engenheiros, investigadores, advogados e contadores.

• Gosta de raciocínio abstrato
• Gosta de ser preciso
• Aprecia cálculos
• Organizado
• Utiliza estruturas lógicas
• Aprecia computadores
• Aprecia resolução de problemas
• Prefere anotações de forma ordenada

INTELIGÊNCIA VISUAL E ESPACIAL
Arquitetos, pintores, escultores, navegadores, naturalistas, jogadores de xadrez e estrategistas militares.

• Pensa em figuras
• Cria imagens mentais
• Utiliza metáforas
• Gosta de arte: desenho, pintura e escultura
• Lê com facilidade mapas e gráficos
• Lembra-se com figuras
• Utiliza todos os sentidos para formar imagens
• Tem bom senso de direção

INTELIGÊNCIA MUSICAL
Músicos, compositores, concertistas, fabricantes de instrumentos musicais e afinadores de piano.

• Sensível à entonação
• Tem rítmo, marcação de tempo
• Sensível ao poder emocional da música
• Pode ser profundamente espiritual


INTELIGÊNCIA CORPÓREO - CINESTÉSICA
Bailarinos, atores, atletas, inventores, mímicos, cirurgiões, vendedores, pilotos de corrida, praticantes de artes marciais e trabalhadores com habilidades manuais.
• Controle excepcional do próprio corpo
• Controle de objetos
• Bons reflexos
• Aprende melhor se movimentando
• Gosta de se envolver em esportes físicos
• Habilidoso em artesanato
• Gosta de representar, contador de piadas
• Brinca com objetos enquanto escuta
• Irrequieto e aborrecido em palestras longas

INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL OU SOCIAL
Políticos, professores, líderes religiosos, conselheiros, vendedores, gerentes, relações públicas e pessoas com facilidade de relacionamento.

• Relaciona-se e associa-se bem
• Consegue "ler" as intenções de terceiros
• Aprecia estar com pessoas
• Tem muitos amigos
• Comunica-se bem
• Às vezes manipula as pessoas
• Gosta de mediar disputas

INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL OU INTUITIVA
Romancistas, conselheiros, sábios, filósofos, místicos e pessoas com um profundo senso do "eu"

Autoconhecimento
Sensibilidade aos valores próprios de cada um
Tem um senso bastante desenvolvido do "eu"
Habilidade intuitiva
Automotivado
Consciente das próprias potencialidades e fraquezas
Muito reservado
Deseja ser diferente da tendência geral

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O Prof. Dr. Alípio Ramos Veiga Neto é professor universitário de marketing e psicologia do consumidor. É professor de mestrado e pesquisador em Segmentação Psicográfica, Comportamento de Consumidores e Negociação. Doutor em Psicologia do Consumidor e Mestre em Psicologia Educacional pela PUC-Campinas tem pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. É consultor de marketing educacional e desenvolvimento da pesquisa científica em universidades de vários Estados do Brasil. Conta com inúmeros artigos e publicações em periódicos científicos. Desenvolve pesquisas, realiza palestras e treinamentos em aplicação de estratégias de marketing com orientação societal.